Caio Silva – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Uma lancha de passageiros perdeu o controle e invadiu uma área de plantação durante a rota entre Carauari e Manaus. O incidente ocorreu na madrugada desta sexta-feira, 17/4.
De acordo com testemunhas, o acidente aconteceu em um trecho entre os municípios de Coari e Tefé. A embarcação fazia a linha regular entre Manaus e Carauari no momento do ocorrido.
Em vídeos divulgados nas redes sociais, a lancha aparece imobilizada em meio à vegetação aquática, enquanto passageiros aguardavam o resgate ainda a bordo. A embarcação ficou encalhada entre galhos de árvores.
Leia também: Homem morre e passageiro fica ferido após acidente com caminhão na avenida Silves, em Manaus
Ainda não há informações oficiais sobre as causas do incidente, nem se houve falha mecânica ou erro operacional. Segundo testemunhas, o transbordo dos passageiros foi realizado de forma organizada, garantindo que todos recebessem assistência e seguissem viagem em segurança.
Relatos apontam ainda que a embarcação saiu da rota durante a madrugada e avançou para uma área de mata de difícil acesso.
Nota de esclarecimento
Em nota enviada ao Portal RIOS DE NOTÍCIAS, a empresa K. G. de Araújo Navegação informou que a embarcação Expresso Kedson Araújo IV, atualmente fretada pela IV Navegação – responsável pela linha Manaus/Carauari – se envolveu em um incidente classificado como abalroamento durante a operação.
A empresa destacou que todas as medidas de segurança foram adotadas imediatamente e que todos os passageiros foram resgatados, sem registro de feridos.
O abalroamento é caracterizado como a colisão entre embarcações ou o choque contra obstáculos, como cais ou estruturas fixas, podendo causar danos materiais.
A K. G. de Araújo Navegação informou ainda que a situação foi controlada com responsabilidade e reforçou o compromisso com a segurança, transparência e integridade dos passageiros.
Posicionamento
O riosdenoticias.com.br entrou em contato com a Marinha do Brasil para obter mais informações sobre o caso, mas, até o fechamento desta matéria, não houve resposta. O espaço segue aberto para manifestações.






