Redação Rios
AMAZONAS (AM) – O pré-candidato a deputado estadual Glenio Seixas (União Brasil) esteve neste domingo, 11/1, na Comunidade do Jandira, área rural do município de Iranduba, onde participou de uma confraternização com moradores, ouvindo demandas da comunidade e dialogando sobre o acompanhamento da produção agrícola.
O encontro aconteceu na Sociedade Beneficente Nossa Senhora de Nazaré, instituição que atua como um ponto de apoio aos comunitários com iniciativas voltadas ao bem-estar social e ao fortalecimento de quem mora no Jandira.
Durantye a agenda, Glenio percorreu áreas de cultivo e conheceu o trabalho de produtores, entre eles dona Darcy, que apresentou a colheita de jerimuns recém-retirada da terra. A safra tem início em janeiro e segue até abril. Outras culturas típicas do período, como maracujá, banana e macaxeira, também foram destacadas como importantes para a economia e a subsistência das famílias.
“O Amazonas enfrenta grandes desafios quando se fala em logística e isso impacta o produtor rural. Fico feliz em ver o crescimento da produção de jerimuns e hortaliças, mas esses produtores precisam de investimento. Por isso, defendo o fortalecimento do Garantia-Safra, que precisa se tornar permanente e receber recursos para atender tanto no período da seca quanto da cheia”, afirmou Glenio Seixas em referência ao programa federal que dá um benefício financeiro em caso de perda da produção.


Um dos principais desafios, segundo os produtores, é a precariedade dos ramais. O produtor Paulo explicou que as más condições de acesso dificultam a chegada de compradores na comunidade, já que muitos veículos acabam sendo danificados no trajeto, o que compromete o escoamento da produção e reduz a renda dos agricultores.
“O nosso ramal é péssimo. Temos muita dificuldade com a logística porque as pessoas não entram para comprar. Como a maioria vem em carro pequeno, não quer colocar peso, pois o carro quebra. Quando a estrada era boa, vendíamos toda a produção. Hoje, precisamos levar de caminhão para as feiras. Os atravessadores que ainda vêm querem pagar abaixo do preço e a gente entende porque, se o carro quebra, eles também têm prejuízo”, relatou o produtor.
*Com informações da Assessoria






