Júlio Gadelha – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Durante o 8º Congresso Nacional do PT, realizado no domingo, 26/4, o ex-deputado Marcelo Ramos foi apresentado como o nome do partido para a disputa ao Senado pelo Amazonas.
Chamado ao palco como parte estratégica do “time de Lula”, Ramos foi destacado como uma peça-chave para compor a base de sustentação parlamentar em um eventual novo mandato do presidente.
No encerramento do evento, o nome do amazonense voltou a ganhar evidência na lista de “futuros senadores e senadoras” que integram o projeto político nacional da legenda.
Pré-candidatura confirmada
Em publicação nas redes sociais durante o evento, Marcelo Ramos destacou a unidade do partido ao lado de membros da sigla e falou sobre as pautas nacionais. Segundo ele, o grupo sai “com um partido unificado em torno do projeto de reeleição do presidente Lula”, além da defesa da soberania e da democracia.
Ramos também afirmou que a prioridade é garantir “mais dignidade e qualidade de vida para os trabalhadores brasileiros, com o fim da escala 6×1”. O pré-candidato celebrou, ainda, a decisão do Congresso Nacional do partido, que confirmou sua pré-candidatura ao Senado pelo Amazonas. “Saímos felizes pela decisão do Congresso Nacional de confirmar nossa pré-candidatura ao Senado”.
Destaque no ato político
A formalização ocorreu em dois momentos durante o congresso. Na formação da mesa diretora, o mestre de cerimônias convocou o político sob o anúncio: “Queremos chamar agora nosso pré-candidato ao Senado pelo Amazonas, Marcelo Ramos”.
Já no encerramento das atividades, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, reforçou o compromisso da sigla com a candidatura ao projetar a futura bancada no Congresso Nacional.
Ao agradecer às autoridades presentes, Silva citou nominalmente “Marcelo do Amazonas”, confirmando como membro do grupo que o partido denomina como “time do Lula no Senado”.
A movimentação consolida a chapa petista no Amazonas e define o palanque majoritário que, no início de abril, declarou apoio à pré-candidatura de Omar Aziz (PSD) ao governo.






