Redação Rios
MANAUS (AM) – A Suframa e a Fundação Universitas de Estudos Amazônicos (Fuea) iniciaram o processo de transferência da gestão do Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA). O alinhamento de transição teve início na segunda-feira, 9/5.
A instituição ganhou personalidade jurídica após ser transformado em Organização Social (OS) por meio de decreto presidencial assinado no último dia 3 e que também tem o Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT-SP) como cogestor.
Agora, o novo CBA aguarda a formação do Conselho Administrativo para dar início à missão de contribuir com o desenvolvimento da bioeconomia na Amazônia, de forma autônoma e com o apoio de parceiros públicos e privados.
Os trâmites administrativos que visam efetivar o contrato junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço (MDIC), além de outros pontos relevantes do cronograma de ações, foram tratados entre o superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, e o diretor-executivo da Fundação Universitas, Elias Moraes de Araújo.
“O primeiro passo foi dado e agora vamos adiante, com o intuito de criar oportunidades para as pessoas e as próprias empresas, por mais investimentos na área de pesquisa, desenvolvimento e inovação na Amazônia”, destacou Bosco Saraiva.

A meta de ambos é dar início às reuniões o mais breve possível, verificar todas as condições de infraestrutura dos ativos e pensar logo no estágio seguinte para a consequente assinatura do contrato de gestão.
“Temos pressa para começar os trabalhos e a expectativa é que tudo esteja efetivado em até 30 dias”, sugeriu Elias Araújo, que tem carreira construída na indústria e atuou por quase 35 anos em empresas da Zona Franca de Manaus (ZFM).
Estrutura
O CBA foi criado em 2002 e conta com uma estrutura de 12 mil metros quadrados que inclui 26 laboratórios, um núcleo de produção de extratos, uma planta piloto industrial e uma incubadora de empresas, entre outros equipamentos e instalações.
Novos negócios
Com o novo modelo de gestão, o centro ganha a oportunidade de multiplicar o orçamento e desenvolver tecnologias e novos negócios a partir dos recursos naturais da Amazônia.
*Com informações da assessoria