Gabriel Lopes – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Engracia Guiomar Monteiro, de 56 anos, era promotora de Justiça e morreu após sofrer um mal súbito durante uma sessão do Tribunal do Júri de Ipanguaçu (RN). A morte aconteceu na madrugada desta quinta-feira, 21/3, em um hospital de Mossoró (RN).
Engracia Monteiro ingressou no Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) em 1º de abril de 2014, como promotora de Justiça substituta.
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Segundo o MPRN, desde 2018, Engracia Monteiro era promotora de Justiça titular em Campo Grande e, atualmente, também estava em substituição em Ipanguaçu.
“A promotora de Justiça Engracia Monteiro também atuou no Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e atualmente era coordenadora do Comitê de Prevenção e Enfrentamento dos Assédios Moral e Sexual do MPRN”, destacou.
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) lamentou a perda repentina da profissional.
“O MPRN manifesta toda a solidariedade aos familiares e amigos. A procuradora-geral de Justiça, Elaine Cardoso de Matos Novais Teixeira, instituiu luto oficial por um dia na instituição”, informou o órgão.
A Associação Paulista do Ministério Público (Conamp) também lamentou a morte da promotora e destacou a trajetória dela, em nota publicada nas redes sociais.
“Na sua indelével caminhada profissional, sempre teve destacada atuação pelas promotorias de Justiça por onde atuou e atualmente exercia com denodo e dedicação o mister ministerial em defesa da vida”, sublinhou.
O velório e o sepultamento ocorreram no Cemitério Morada da Paz, no bairro de Emaus, em Parnamirim (RN). No mesmo local, uma missa foi realizada ainda na quinta-feira, 21.






