Caio Silva – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Moradores das ruas Oswaldo Cruz e Lauro Machado, no bairro da Glória, zona Oeste de Manaus, denunciam o abandono de obras da Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf). Uma das principais reclamações é a presença de uma cratera que, segundo eles, oferece risco à segurança de pedestres e motoristas. O caso foi relatado ao Portal RIOS DE NOTÍCIAS nesta sexta-feira, 18/7.
De acordo com Kátia Sorah, 52 anos, autônoma e moradora da região, o bairro sofre constantemente com buracos e crateras. Ela afirma que um dos problemas, na rua São Bento, chegou a receber reparos, mas o recapeamento prometido pela prefeitura nunca foi realizado. “A Seminf só fez a demarcação ao redor e depois sumiu. Já virou uma cratera. Não sei quando vão vir resolver”, lamenta.
Kátia também chamou atenção para outro buraco, na rua Lauro Machado, onde moradores improvisaram o preenchimento com cascalho para evitar acidentes. “Esses dois buracos são os mais perigosos. A qualquer momento pode acontecer algo grave”, alertou.
Segundo a moradora, já na rua Oswaldo Cruz, a cratera está aberta há cerca de nove meses. Ela conta que equipes da Seminf chegaram a sinalizar o local com pedaços de madeira e uma fita amarela, mas nenhuma obra foi iniciada. “Colocaram a sinalização e foram embora. E a gente segue esperando”, disse.
Apesar de ainda não ter havido acidentes graves, os moradores relatam que o desvio improvisado no local coloca em risco quem passa pela via. “Carro e moto têm que desviar na hora. Se nada for feito, pode acontecer uma tragédia”, reforçou Kátia.
Em vídeo enviado ao Portal RIOS DE NOTÍCIAS, a moradora mostra a dimensão da cratera e faz um apelo para que a Prefeitura tome providências. “Vamos aguardar, porque o negócio tá feio”, afirmou.
O que diz a Prefeitura
O Portal RIOS DE NOTÍCIAS entrou em contato com a Prefeitura de Manaus e a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) para saber se há previsão para o início das obras e o fechamento dos buracos, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.






