Elen Viana – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – No Amazonas foram registrados dois casos de Monkeypox. Segundo a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), o cenário da doença é estável no estado, com o último caso registrado em fevereiro deste ano.
Em 2023, ao todo, foram confirmados dez casos da doença. A mpox é uma doença infecciosa causada por um vírus da família da varíola (erradicada em 1980), o Orthopoxvirus.
Os sintomas incluem erupção cutânea, que pode se assemelhar a bolhas, feridas, manchas ou crostas. As lesões podem aparecer na cabeça, face, pescoço, tronco e extremidades, podendo demorar até 21 dias para se manifestar.
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A transmissão ocorre, principalmente, por meio do contato direto com a pele infectada ou outras lesões, como na boca ou nos órgãos genitais, e, por isso, a mpox pode ser transmitida sexualmente. A contaminação também pode acontecer por meio de objetos e superfícies contaminadas ou por secreções respiratórias.
Apesar da estabilidade no Amazonas, na última sexta-feira, 16/8, a FVS divulgou uma nota afirmando que o monitoramento está sendo feito diariamente. De acordo com a secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, as unidades estão preparadas para atender esses tipos de casos:
“Com base na análise do cenário epidemiológico, a situação é estável no Amazonas, que tem apresentado poucos casos da doença. Entretanto, nos mantemos atentos e reforçando, junto à população, a adoção de medidas preventivas”, disse a secretária.
Prevenção
- Conhecer os sinais e sintomas da doença;
- Evitar o contato próximo com qualquer pessoa com mpox, incluindo contato sexual;
- Higienizar as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool em gel;
- Manter o isolamento social caso seja testado positivamente para mpox até que todas as lesões tenham se curado (formado crostas, caído e uma nova camada de pele tenha se formado);
- Uso de preservativo;
- Evitar o contato com animais silvestres, especialmente se estiverem doentes ou mortos.






