Letícia Rolim – Rios de Notícias
SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA (AM) – O 25ª edição do Festival Cultural das Tribos Indígenas do Alto Rio Negro irá ocorrer de 30 de agosto a 3 de setembro, no município de São Gabriel da Cachoeira (situado a 852 quilômetros de Manaus).
A cidade amazonense que fica situado na fronteira com a Colômbia e Venezuela conta com a maior diversidade étnica indígena no Brasil, nove em cada dez dos seus habitantes pertencem a algum grupo indígena.
Organizado pela Água Cristalina Produções, o evento promete ser uma extravagância de cinco dias de competições, festividades, cultura e entretenimento. O festival contará com a participação de tribos como Tikuna, Filhos do Rio Negro e Baré, representando um total de 23 grupos étnicos.
Um destaque das festividades deste ano será as atrações nacionais, incluindo a performance do cantor, compositor e músico Felipe Lessa, que dará início ao festival.
A programação do 25º Festribal inclui não apenas Felipe Lessa, mas também artistas renomados como Fernanda Brum (música gospel), Mari Fernandes (forró), a banda Sayonara (calypso) e os cantores Júlio Nascimento (brega) e Uendel Pinheiro (pagode). Bandas locais e regionais também estarão presentes no festival.
A presença de Joelma, gera expectativa em seus fãs que esperam sua participação no festival. Apesar de seus recentes problemas de saúde, a equipe de produção da artista ainda não confirmou o cancelamento. Caso a participação de Joelma não se concretize, os organizadores do evento estão preparados para anunciar outra atração nacional.
O festival
O Festival Cultural das Tribos Indígenas do Alto Rio Negro recebe apoio da prefeitura de São Gabriel da Cachoeira, bem como do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas. À medida que o festival se aproxima de sua programação no final de agosto, a expectativa por essa celebração única da herança indígena continua.
O município de São Gabriel da Cachoeira também é um dos poucos a ter três idiomas indígenas reconhecidos como línguas oficiais, ao lado do português: nheengatu, tucano e baníua.






