Gabriel Lopes – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Diego Pinheiro Cavalcante, de 29 anos, foi preso na tarde de quarta-feira, 17/7, suspeito de realizar estupros em série com o intuito de transmitir infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), em Manaus. Uma perícia chegou a ser realizada para coletar pegadas, com marcas da sola de sapato, a fim de identificar o suspeito.
O criminoso era procurado pela polícia acusado de render pessoas para cometer os crimes nas proximidades da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), entre as avenidas Castelo Branco e Carvalho Leal, no bairro Cachoeirinha, zona Sul.
O mandado de prisão preventiva foi expedido no plantão judicial, ainda na quarta-feira.
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De acordo com o delegado Cícero Túlio, titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), um dos casos ocorreu na segunda-feira, 15/7, por volta das 6h, em uma casa abandonada na avenida Carvalho Leal, bairro Cachoeirinha, zona sul.
“Durante o curso das últimas semanas a gente conseguiu receber algumas notícias dando conta da prática desses crimes repugnantes aqui na nossa região. Começamos a puxar o fio da meada e conseguimos identificar através de câmeras de segurança do local do fato a participação desse suspeito”, declarou o titular.


Segundo Cícero Túlio, com bastante violência, o homem ameaçava as mulheres com uma faca e as levava para um imóvel abandonado, onde cometia os estupros. Conforme o delegado, o suspeito foi encontrado após uma perícia para identificar o solado do sapato utilizado por ele.
“Conseguimos realizar os exames periciais relativos a confirmação do estupro contra essa vítima. Conseguimos também ainda in loco realizar a coleta de pegadas e fazer a comparação do padrão do solado utilizado nas vestimentas da empresa que ele trabalhava. Isso tudo subsidiou o nosso pedido pela prisão desse suspeito”, contou o delegado.
Diego Pinheiro Cavalcante foi preso em sua própria residência. Ele já respondia pelos crimes de roubo e estupro cometidos no ano de 2018, tendo sido posto em liberdade com o uso de tornozeleira eletrônica. Ele rompeu o monitoramento e voltou a cometer crimes sexuais em 2023.






