Redação Rios
TABATINGA (AM) – A falta de repasses do Governo do Amazonas para empresas terceirizadas responsáveis por serviços de saúde provocou a paralisação temporária de atendimentos na Unidade Hospitalar de Tabatinga (UHT)/Maternidade Celina Villacrez Ruiz. O caso passou a ser acompanhado pelo Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM).
A interrupção atingiu os serviços de clínica médica, ortopedia, ultrassonografia e neonatologia. Segundo o MPAM, os atendimentos foram restabelecidos após cerca de 24 horas, mas a situação financeira das empresas contratadas continua sendo monitorada devido aos pagamentos pendentes.
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A promotora de Justiça Taize Moraes Siqueira, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Tabatinga, realizou inspeção na unidade e requisitou informações ao Governo do Amazonas, à direção do hospital, à Secretaria Municipal de Saúde e à empresa responsável pelo corpo clínico.
“Verificamos que diversas empresas contratadas para a prestação de serviços de saúde enfrentam atraso nos repasses, havendo casos de inadimplência referentes aos meses de novembro e dezembro de 2025, além de abril, maio e junho de 2026”, relatou a promotora.
O órgão apura os impactos da paralisação e avalia medidas para garantir a continuidade dos serviços de saúde.
Sem respostas
A reportagem procurou o Governo do Amazonas para obter esclarecimentos sobre os atrasos nos repasses, os valores pendentes e a previsão de regularização dos pagamentos. Até a publicação desta matéria, o Estado e os demais envolvidos não haviam se manifestado. O espaço permanece aberto para esclarecimentos.
*Com informações da assessoria






