Lauris Rocha – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – O Amazonas registrou 4.120 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre 1º de janeiro e 5 de outubro de 2026. Desse total, 1.473 foram confirmados como associados a vírus respiratórios, segundo dados atualizados na última segunda-feira 5/10 pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM).
Entre os casos confirmados, 1.197 foram associados a outros tipos de vírus respiratórios. Também foram registrados 207 casos relacionados à influenza e 69 à Covid-19.
As crianças menores de um ano concentram o maior número de registros, com 708 casos. Na faixa etária de um a quatro anos, foram contabilizados 466 casos, enquanto crianças de cinco a nove anos somaram 147. Entre pessoas com mais de 60 anos, foram registrados 186 casos.
Óbitos
O Amazonas registrou quatro mortes associadas a vírus respiratórios em 2026. Desse total, duas foram causadas por influenza A, uma por Covid-19 e outra por um vírus respiratório não especificado.

Sintomas e transmissão
Os principais sinais e sintomas das infecções respiratórias incluem tosse, febre, falta de ar (dispneia) e desconforto respiratório. A intensidade das manifestações varia conforme o vírus e as condições de saúde de cada pessoa.
Os vírus respiratórios são agentes infecciosos que provocam doenças no sistema respiratório e podem ser transmitidos de pessoa para pessoa. Essas infecções representam um desafio para a saúde pública, devido à sua capacidade de disseminação e ao risco de complicações, especialmente entre crianças pequenas, idosos e pessoas com condições de saúde preexistentes.
Casos entre indígenas
Os dados apresentados também incluem registros entre povos indígenas. Foram contabilizados 37 casos entre os Yanomami, 15 entre os Kanamari e 38 entre os Kulina.






