Lauris Rocha – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – O Amazônia Golf Resort, localizado no quilômetro 64 da rodovia AM-010, entre Manaus e Rio Preto da Eva, será leiloado no dia 9 de dezembro (terça-feira), às 11h (horário de Brasília) e 10h (horário local). O lance inicial é de pouco mais de R$ 24 milhões, equivalente à metade do valor de avaliação do imóvel, estimado em R$ 48,3 milhões.
“O imóvel pode ser pago à vista ou parcelado, com sinal de 25% no ato e o saldo em até 30 vezes sem juros. O resort é o único hotel situado na AM-010 e sempre foi considerado um empreendimento estratégico, com grande potencial para impulsionar o turismo e a economia na região metropolitana de Manaus”, explicou o leiloeiro Brian Galvão, nesta quinta-feira (13), ao Portal Rios de Notícias.
Os interessados devem realizar o pré-cadastro na plataforma Amazonas Leilões com, no mínimo, 24 horas de antecedência para participar do processo. O leilão será conduzido exclusivamente pela plataforma, pelo site amazonasleiloes.com.br.
Sobre o resort
Inaugurado em 2010, o empreendimento funcionou até 2019 e se tornou referência principalmente no turismo corporativo. Um dos diferenciais do imóvel é o campo de golfe em meio à floresta amazônica. A estrutura inclui 115 apartamentos (categorias Premium, Royale e Luxo), piscina, campo de futebol, pista de cooper e mini campo de golfe.
O resort de luxo possui mais de 489 mil m² de terreno e cerca de 12 mil m² de área construída. Esta é a terceira tentativa de venda do imóvel. Nas ocasiões anteriores, o valor de avaliação era de aproximadamente R$ 80 milhões, o que, segundo o leiloeiro, pode ter afastado possíveis compradores.
“O hotel conta com 115 apartamentos, complexo com piscinas, campo de futebol, pista de cooper e mini campo de golfe, além de ampla área verde. Os interessados devem realizar o pré-cadastro até um dia antes do leilão, ou seja, até 8 de dezembro de 2025. Lembrando que o arrematante recebe o imóvel livre de quaisquer ônus”, reforçou Galvão.
O leilão é resultado de uma Ação de Execução movida pela Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), devido a uma dívida de aproximadamente R$ 55 milhões. O imóvel servia como garantia hipotecária.






