Conceição Melquíades – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Nesta segunda-feira, 12/2, faz um ano da morte de Amazonino Armando Mendes, o político mais vitorioso da história do Amazonas. Foi quatro vezes governador, três vezes prefeito de Manaus e senador da República pelo Amazonas. E em homenagem a esse grande homem, parentes e amigos celebram hoje missa de 1 ano de saudades. Será na Paróquia Nossa Senhora das Graças, na rua Libertador, às 20h, zona Centro-Sul de Manaus.
O político deixou um legado de grandes obras e projetos revolucionários que jamais serão esquecidos, a exemplo da Universidade Estadual do Amazonas (UEA).
Amazonino faleceu dia 12 de fevereiro de 2023 em São Paulo, aos 83 anos, por complicações de pneumonia. Ele nasceu num seringal de Eirunepé (AM) em 16 de novembro de 1939. Construiu uma trajetória política que o fez ser reconhecido como um dos grandes políticos da história brasileira.
Ao longo de sua vida, Amazonino recebeu diversas homenagens no Brasil e exterior. E vai ser lembrado sempre como um gestor visionário, audacioso, revolucionário e realizador.
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Amazonino Armando Mendes nasceu em Eurinepé, no Amazonas, em 16 de novembro de 1939. Se formou em direito pela Ufam e fez longa carreira política no Estado. Ele foi quatro vezes governador, uma vez senador e três vezes prefeito de Manaus
Ainda disputou nas eleição de 2022, ao governo, como líder das pesquisas eleitorais, até o início da campanha e terminou a disputa em terceiro lugar, quando perdeu para Wilson Lima e para o senador Eduardo Braga (MDB), que ficou em segundo lugar.
Os problemas de saúde decorrentes da idade limitaram a campanha dele. Sua fragilidade física impossibilitou os muitos deslocamentos a locais de difícil acesso. Durante uma fala durante a convenção, Amazonino não conseguiu se manter de pé e pediu para se sentar, no entanto, precisou de auxílio das outras pessoas, para que lhe amparassem.
E nos debates e entrevistas que conseguiu comparecer, a voz e o semblante dele entregavavam o cansaço e os problemas de saúde.
Amazonino estava diabético, com problema cardíaco e fazia hemodiálise.
Assim que passou a eleição de 2022, Amazonino Mendes passou por internações hospitalares, em São Paulo, até a última, no dia 20 de dezembro, que durou até o domingo, dia 12, quando morreu.






