Redação Rios
MANAUS (AM) – Moacir José Mendes de Albuquerque, apontado pela Polícia Civil como suspeito de envolvimento no atropelamento que resultou na morte de Lucas Eduardo Cunha Trindade, de 29 anos, prestou depoimento à Delegacia Especializada em Acidentes de Trânsito (DEAT) nesta quarta-feira, 22/7. Após ser ouvido, ele deixou a unidade policial conduzindo o veículo que, conforme as investigações, teria se envolvido no acidente.
O atropelamento ocorreu na madrugada de domingo, 19, na Avenida Djalma Batista, no bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus.
A identificação do suspeito ocorreu durante o andamento das investigações, que contaram com informações e materiais reunidos por amigos e familiares da vítima. Entre os elementos apresentados à Polícia Civil estavam imagens de câmeras de segurança, peças do veículo encontradas no local do acidente e informações de possíveis testemunhas.
Veículo apresentava danos compatíveis com colisão
Durante as diligências, policiais localizaram, na residência do suspeito, um veículo que apresentava avarias consideradas compatíveis com uma colisão.
Em depoimento, segundo informações obtidas durante a investigação, Moacir afirmou que não se recordava do ocorrido. Ainda de acordo com relatos apresentados à polícia, ele informou fazer uso de medicação que poderia ter comprometido sua memória em relação aos fatos.
Investigação continua
Segundo relatos de familiares e amigos da vítima, o motorista teria deixado o local do acidente sem prestar socorro. Essa circunstância também faz parte da apuração conduzida pela Polícia Civil.
O caso segue em investigação, e a DEAT apura a dinâmica do acidente, as circunstâncias da ocorrência e a eventual responsabilidade do condutor.
Familiares e amigos de Lucas afirmam que a mobilização para reunir provas contribuiu para o avanço das investigações. Eles também manifestam preocupação com o fato de o suspeito responder às investigações em liberdade e defendem que o caso seja esclarecido com celeridade.






