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Home Política

Relembre casos em que políticos brasileiros foram alvos de atentados como o de Donald Trump

Assim como nos Estados Unidos, a violência política também é comum no Brasil

15 de julho de 2024
em Política
Tempo de leitura: 11 min
marielle-bolsonaro-pedro

Marielle Franco, Jair Bolsonado e Dom Pedro II (Divulgação)

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Redação Rios

BRASIL – Um atentado no sábado, 14/7, feriu o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com um disparo de arma de fogo na orelha direita. Esse é mais um caso de violência política no território americano, que já teve quatro presidentes assassinados no exercício do cargo. No Brasil, a história do poder também é marcada por ataques contra políticos – muitos deles malsucedidos, como foi o de Trump.

O atentado contra Trump aconteceu durante um comício em Butler, na Pensilvânia. O atirador, que está registrado como um eleitor republicano de 20 anos, foi morto pelos agentes do Serviço Secreto dos EUA.

Assim como nos Estados Unidos, a violência política também é comum no Brasil. Uma pesquisa da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) mostrou que 103 crimes políticos ocorreram durante a reta final das eleições de 2022. Entre os incidentes, foram registrados dez atentados e 13 homicídios.

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Leia também: Trump é retirado do palco após comício ser interrompido por tiros; atirador foi morto

Na história do país, políticos como Jair Bolsonaro, José Sarney e Dom Pedro II foram alvos de ataques por parte de pessoas anônimas e as consequências dos episódios moldaram o contexto de diferentes épocas.

Facada em Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018

Bolsonaro recebeu uma facada de Adélio Bispo em 2018 (Fábio Motta/Estadão)

No dia 6 de setembro de 2018, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi esfaqueado na região do abdômen por Adélio Bispo de Oliveira. O crime se deu durante um comício em Juiz de Fora (MG), enquanto Bolsonaro, então deputado federal e pré-candidato à Presidência pelo PSL (atual União Brasil) era carregado por apoiadores.

O golpe de faca perfurou em três partes o intestino delgado do então candidato, provocando traumatismo abdominal e hemorragia interna. Em relatório oficial, a Polícia Federal (PF) disse que Adélio agiu sozinho. A Justiça Federal, por sua vez, decidiu que o autor do crime é inimputável por sofrer de transtorno delirante persistente. Atualmente, ele está recolhido na Penitenciária Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Após o atentado contra Trump, bolsonaristas tentaram associar os dois crimes para culpabilizar a esquerda pelo “crescimento da violência política”. Militantes de esquerda e o deputado federal André Janones (Avante-MG) sugeriram que o ataque contra o republicano seria uma “armação” como teria sido o episódio em Juiz de Fora, segundo eles. Não há provas que endossem a fabricação dos dois atentados.

Homem tenta jogar avião no Palácio do Planalto para matar Sarney

Homem tentou sequestrar voo 375 em 1988 (Divulgação)

Às 9 horas do dia 29 de setembro de 1988, um homem sequestrou um Boeing 737-300 da extinta Viação Aérea São Paulo (Vasp), que fazia rota entre Belo Horizonte e o Rio, e ordenou que a aeronave fosse atirada no Palácio do Planalto, em Brasília, na intenção de matar o então presidente da República José Sarney.

Armado com um revólver calibre 38 e mais de 90 munições na bagagem, o maranhense Raimundo Nonato Alves da Conceição, de 28 anos, iniciou o sequestro que durou nove horas. O desenlace do incidente foi recentemente representado no filme “O Sequestro do Voo 375”, que estreou nos cinemas em dezembro do ano passado.

Após fazer manobras arriscadas para neutralizar o sequestrador, o piloto Fernando Murilo de Lima e Silva conseguiu pousar a aeronave em Goiânia. Raimundo Nonato foi capturado por policiais enquanto tentava trocar de aeronave. Outro óbito no episódio foi o do copiloto Salvador Evangelista, que foi vítima de um disparo na cabeça.

Presidente da ditadura foi alvo de atentado a bomba no Recife

Era 25 de julho de 1966 quando um artefato explodiu no saguão do Aeroporto de Guararapes, no Recife, e matou o vice-almirante Nelson Gomes Fernandes e o jornalista e secretário de governo de Pernambuco Edson Régis de Carvalho, além de deixar 14 feridos. O alvo era o então ministro do Exército e futuro presidente da República, general Artur da Costa e Silva, que não estava no terminal.

Posteriormente, foi descoberto que autoria do crime foi do jornalista e ex-padre Alípio Cristiano de Freitas, um dos fundadores das Ligas Camponesas no Nordeste, ao lado do ex-deputado federal Francisco Julião.

Disparos contra Carlos Lacerda deflagram crise política

Carlos Lacerda sofreu atentado em 1954 (Arquivo)

Principal opositor do presidente Getúlio Vargas, o jornalista e futuro governador da Guanabara (Estado extinto que corresponde ao atual município do Rio) foi alvo de um atentado no dia 5 de agosto de 1954, na Rua Tonelero, no bairro de Copacabana. O ataque malsucedido ajudou a levar à derrocada de Getúlio, que cometeria suicídio no palácio presidencial 19 dias depois.

No episódio, Lacerda foi atingido com um tiro no pé e um major da Aeronáutica de 32 anos, Rubens Vaz, foi morto com dois disparos. Por conta da morte do militar, foi aberto um inquérito policial militar (IPM) que determinou que o mandante do crime foi Gregório Fortunato, chefe da guarda presidencial de Getúlio

Após o crime, Lacerda, os militares e setores da opinião pública fizeram pressão para que Getúlio renunciasse ao cargo. A crise política deflagrada pelo atentado arrefeceu apenas após a posse de Juscelino Kubitschek, em janeiro de 1956.

Primeiro presidente paulista é vítima de atentado que matou ministro

O presidente Prudente de Morais, primeiro chefe do Executivo civil e paulista, quase foi assassinado no exercício do seu cargo. O episódio se deu em 5 de novembro de 1897, quando ele recebia no Rio os soldados que retornavam da Guerra de Canudos.

Durante a solenidade, um militar chamado Marcelino Bispo de Melo apontou uma garrucha em direção a Prudente. O ministro da Guerra (atual Ministério da Defesa) Carlos Machado de Bittencourt se prostrou na frente da arma, e foi apunhalado diversas vezes, não resistindo aos ferimentos.

O vice-presidente do país à época, Manuel Victorino, chegou a ser processado como suspeito de ser o mandante do assassinato de Prudente. Mas, por falta de provas, ele foi absolvido. Apesar disso, a carreira política de Victorino acabou prejudicada pelo episódio

Imperador Dom Pedro II quase foi assassinado meses antes da Proclamação da República

Dom Pedro II sofreu tentativa de homicídio (Ilustração)

Em meio à crise política que deflagrou a Proclamação da República em 15 de novembro de 1889, o imperador Dom Pedro II quase foi morto em um atentado a tiros no Rio.

A trama ocorreu em julho daquele ano na atual Praça Tiradentes. O monarca estava na carruagem dele, quando foi surpreendido por um português de 20 anos chamado Augusto do Valle que desferiu um tiro enquanto entoava vivas à República.

O disparo não atingiu o monarca e, quando foi instaurada a República, ele foi para o exílio na Europa, morrendo em 1891. Augusto do Valle foi absolvido do crime e faleceu em 1903, aos 36 anos, de tuberculose pulmonar.

História do país também é marcada por assassinatos políticos

Marielle Franco era vereadora no Rio de Janeiro (Renan Olaz/CMRJ)

Na história da política brasileira, também estão presentes assassinatos políticos. Em março deste ano, a PF prendeu os mandantes do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL), que foi executada no centro da capital fluminense em março de 2018.

Segundo as investigações, o deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), o desembargador do Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) Domingos Brazão e o delegado de polícia Rivaldo Barbosa executaram a vereadora devido a conflitos ligados a grilagem de terras na zona Oeste da cidade.

Há quase 95 anos, a Revolução de 1930 foi deflagrada por Getúlio Vargas e seus aliados após o assassinato do então candidato a vice-presidente da Aliança Liberal (AL) e ex-governador da Paraíba João Pessoa. Beirando a marca de um século após o crime, ainda discute-se se o episódio, sucedido no Recife, foi um crime passional ou um atentado com razões políticas.

Em dezembro de 1963, o senador Arnon de Mello (PDC-AL) iniciou um tiroteio dentro do plenário do Senado na intenção de matar o colega Silvestre Péricles (PTB-AL), rival político dele no Estado. A troca de tiros acabou vitimando o suplente José Kairala (PSD-AC). Arnon é pai do ex-presidente Fernando Collor (PRD), que governou o país entre 1990 e 1992.

No dia 16 de dezembro de 1998, a deputada federal Ceci Cunha (PSDB-AL) foi executada a mando de Talvane Albuquerque (PFL), colega dela na Câmara dos Deputados que precisava da imunidade parlamentar para driblar processos judiciais, mas que amargou a suplência nas eleições daquele ano. Em 2012, Talvane foi condenado a 103 anos de prisão. Em 2021, ele ganhou direito ao regime semiaberto. Ceci é mãe do senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL).

*Com informações da Agência Estado

Tags: AssassinatosatentadoscasosDonald TrumpEUApolíticos brasileiros

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