Lauris Rocha – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – O julgamento do Caso Débora chegou ao quinto dia neste domingo, 31/5, com o início da fase de debates entre acusação e defesa, após o encerramento dos interrogatórios dos réus Gil Romero Machado Batista e José Nilson, na 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, na zona Centro-Sul da capital.
Ao longo de todo o julgamento, familiares e amigos de Débora da Silva Alves, de 18 anos, permanecem em frente ao Fórum Ministro Henoch Reis acompanhando o andamento do processo e cobrando justiça pelo crime que chocou o Amazonas.
O caso, ocorrido em julho de 2023, teve grande repercussão no estado e também em nível nacional, em razão da brutalidade e da comoção provocada.
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Neste domingo, os debates começaram por volta das 11h05 e tem duração de cerca de seis horas, com tempo dividido entre o Ministério Público e a defesa, incluindo direito a réplica e tréplica.
Entenda o caso
Débora desapareceu no dia 29 de julho de 2023, após sair de casa para encontrar Gil Romero Machado Batista. Grávida de oito meses, a jovem foi encontrada morta dias depois em uma área de mata no bairro Mauazinho, zona Leste de Manaus.
Segundo a Polícia Civil, Débora foi asfixiada, teve o corpo colocado dentro de um tonel e incendiado. O bebê também não resistiu.
As investigações apontam que Gil Romero mantinha um relacionamento extraconjugal com a vítima e não queria assumir a paternidade da criança.






