Facebook Instagram Youtube X-twitter

RIOS FM 95,7 AO VIVO

Seu navegador não suporta o elemento audio

  • Início
  • Política
  • Cidades
  • Polícia
  • Esportes
  • Entretenimento
  • Cultura
  • Municípios
  • Especiais
  • Início
  • Política
  • Cidades
  • Polícia
  • Esportes
  • Entretenimento
  • Cultura
  • Municípios
  • Especiais

RIOS FM 95,7 AO VIVO

Seu navegador não suporta o elemento audio

Facebook Instagram Youtube X-twitter
  • Início
  • Política
  • Cidades
  • Polícia
  • Esportes
  • Entretenimento
  • Cultura
  • Municípios
  • Especiais
  • Início
  • Política
  • Cidades
  • Polícia
  • Esportes
  • Entretenimento
  • Cultura
  • Municípios
  • Especiais
Home Cidades

Erro médico com grávida em Manaus gera comoção e acende alerta jurídico sobre atendimento a gestantes

“Um erro médico em situações mais graves pode ter responsabilização criminal, como em casos de lesão corporal ou até homicídio culposo", diz o advogado Juliano Negreiros

12 de julho de 2025
em Cidades
Tempo de leitura: 8 min
Erro médico com grávida em Manaus gera comoção e acende alerta jurídico sobre atendimento a gestantes

Erro médico com grávida em Manaus gera comoção e acende alerta jurídico sobre atendimento a gestantes - (Arte: Everson Santiago/ Rios de Notícias)

FacebookTwitterWhatsapp
Lauris Rocha – Rios de Notícias

MANAUS (AM) – Um erro médico apontado por uma gestante na Maternidade Dr. Moura Tapajóz, em Manaus, causou grande repercussão nas redes sociais nesta semana. A influenciadora digital Jéssica Araújo, grávida de 30 semanas, denunciou que foi informada, de forma equivocada, que seu bebê estava morto. O caso gerou comoção entre mães e reacendeu o debate sobre a responsabilidade legal de instituições de saúde.

Segundo o relato da gestante, após realizar um exame na unidade, ela foi informada de que o feto não apresentava batimentos cardíacos. No entanto, um novo ultrassom feito em outra maternidade confirmou que o bebê estava vivo e saudável.

Mães relatam experiências semelhantes

A denúncia ganhou ampla repercussão nas redes sociais e levou muitas mulheres a compartilharem histórias parecidas nos comentários da publicação do Rios de Notícias.

APP Rios de Notícias APP Rios de Notícias APP Rios de Notícias

Uma seguidora contou que viveu uma situação semelhante na Maternidade Santo Alberto e que seu filho, hoje com oito anos, nasceu saudável após o erro no diagnóstico. “Aconteceu isso comigo na Maternidade Santo Alberto. Meu filho hoje tem 8 anos. Processei todos os envolvidos”, afirmou.

Outra mulher relatou que, ao ser informada equivocadamente da morte fetal durante a primeira gravidez, foi encaminhada para um procedimento de curetagem. No entanto, ela decidiu não seguir com a orientação. “Passei por isso no meu primeiro filho. Fui encaminhada para curetagem, mas algo dentro de mim dizia que ele estava vivo. Fugi do hospital. Hoje, meu filho tem 3 anos”, afirmou a internauta.

Um terceiro relato chamou atenção pela gravidade. A mãe afirmou que chegou à Maternidade do Galileia com sangramento intenso e dificuldades para andar. Segundo ela, uma médica declarou, sem realizar exame de imagem, que ela havia sofrido um aborto espontâneo e tentou liberá-la.

“Cheguei à Maternidade do Galileia com sangramento intenso, mal conseguia andar. Uma médica arrogante afirmou que eu tinha sofrido um aborto espontâneo, sem fazer nenhum exame de imagem, e queria me mandar embora. Meu marido insistiu muito, quase discutiu com ela. Só assim me encaminharam para o ultrassom. O médico que me atendeu depois ficou indignado com o erro – o bebê estava bem, e eu tinha um grande deslocamento de placenta”, disse a mãe.

O que diz o Direito em casos como esse

Com mais de 45 mil curtidas, 15 mil compartilhamentos e 2mil comentários, a denúncia motivou uma análise jurídica feita por um especialista a pedido do portal Rios de Notícias sobre os direitos das gestantes em atendimentos públicos e privados. O advogado Juliano Negreiros, especialista em Direito Médico, explicou que a legislação brasileira prevê atendimento prioritário e humanizado para mulheres grávidas, inclusive em situações de urgência.

“Mesmo que a gestante não tenha todos os documentos em mãos ou não tenha feito o pré-natal naquela unidade, o hospital é obrigado a acolhê-la e prestar o atendimento adequado”, afirmou.

Diante de um possível erro médico, o especialista orienta que a família busque orientação jurídica imediatamente:

“Quando há suspeita de falha durante o atendimento, é importante procurar um advogado de confiança. Ele será responsável por analisar os documentos, ouvir os envolvidos e avaliar se há base para responsabilizar o profissional ou o hospital. Isso não é um ataque à medicina — é uma forma de proteger os direitos da mulher e do bebê e evitar que falhas se repitam.”

Advogado Juliano Negreiros explica quais são os direitos das grávidas (Foto: Arquivo pessoal)

Possíveis consequências legais

De acordo com Juliano Negreiros, erros médicos podem resultar em processos nas esferas cível, criminal e ética.

“A depender da gravidade, a família pode entrar com uma ação civil por danos morais, materiais ou estéticos. Em casos mais sérios, como lesão corporal ou óbito, pode haver responsabilização criminal. Também existe a possibilidade de o profissional responder eticamente no Conselho Regional de Medicina, com punições que vão de advertência até a cassação do registro.”

Direitos da gestante

O advogado destaca que a gestante tem direito a ser acompanhada por uma pessoa de sua confiança, a ser informada com clareza sobre seu estado de saúde e a dar consentimento para os procedimentos, exceto em casos de emergência.

“O respeito à autonomia da mulher é essencial. Qualquer forma de desrespeito, negligência ou violência obstétrica é inaceitável”, afirmou.

Negreiros lembra que os direitos das gestantes são assegurados por lei. “As mulheres têm direito a um pré-natal digno pelo SUS, licença-maternidade, estabilidade no emprego desde o início da gestação e prioridade em atendimentos. Além disso, têm direito a um parto respeitoso, com presença de um acompanhante de sua escolha e participação ativa nas decisões sobre o próprio corpo. Esses direitos são garantidos por lei e devem ser levados a sério.”

Secretaria de Saúde apura o caso

Após a confirmação de que o bebê estava vivo, Jéssica Araújo retornou à maternidade para cobrar explicações da equipe médica.

Em nota enviada ao Rios de Notícias, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) informou que irá abrir uma investigação rigorosa sobre o caso.

Município pode ser responsabilizado

Segundo o advogado, o caso da influenciadora pode configurar falha grave na prestação do serviço público de saúde, o que abre espaço para responsabilização judicial do Município de Manaus.

“Do ponto de vista jurídico, trata-se de uma situação em que o Município pode ser responsabilizado civilmente, conforme o artigo 37, §6º da Constituição Federal. O Estado responde objetivamente pelos danos causados por seus agentes, independentemente de culpa individual”, explicou.

Mesmo sem a realização da curetagem, o simples fato de a gestante ter sido informada erroneamente sobre a morte do bebê e orientada a um procedimento invasivo já configura uma grave falha no serviço.

“Caso o procedimento tivesse sido realizado, estaríamos diante de uma violação ainda mais grave da integridade física e emocional da gestante. Mas, mesmo sem isso, o abalo emocional causado já é suficiente para justificar uma ação por danos morais”, concluiu.

Tags: comoção entre mãeserro medicoGrávidaJéssica Araújo

Mais notícias

Ream anuncia novo aumento na gasolina para distribuidoras

Ream volta a aumentar gasolina no Amazonas e preço chega a R$ 4,17 nas distribuidoras

2 de abril de 2026
0

Elen Viana - Rios de Notícias MANAUS (AM) – A Refinaria da Amazônia (Ream) voltou a aumentar o preço da...

Dia Mundial de Conscientização do Autismo reforça papel da escola na inclusão

Dia Mundial de Conscientização do Autismo reforça papel da escola na inclusão

2 de abril de 2026
0

Paulo Vitor Castro - Rios de Notícias MANAUS (AM) - Celebrado em 2 de abril, o Dia Mundial de Conscientização...

CGU recorre à IA para facilitar acesso à plataforma Fala.BR

CGU recorre à IA para facilitar acesso à plataforma Fala.BR

2 de abril de 2026
0

Redação Rios BRASÍLIA (DF) - A Plataforma Fala.BR, principal canal de ouvidoria do governo federal, terá um novo formato, a partir...

Incêndio no bairro São Raimundo

Princípio de incêndio atinge kitnet na zona Oeste de Manaus

2 de abril de 2026
0

Elen Viana - Rios de Notícias MANAUS (AM) - Um princípio de incêndio foi registrado, na tarde desta quinta-feira, 2/4,...

MPF quer acesso a laudos de mortos na Operação Contenção

MPF quer acesso a laudos de mortos na Operação Contenção

2 de abril de 2026
0

Redação Rios RIO DE JANEIRO (RJ) - O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro pediu ao ministro Alexandre...

Governo federal vai chamar mais 7 mil servidores em 2026, diz ministra

Governo federal vai chamar mais 7 mil servidores em 2026, diz ministra

2 de abril de 2026
0

Redação Rios BRASÍLIA (DF) - A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou nesta quinta-feira,...

Facebook Instagram X-twitter Youtube
  • Sobre Nós
  • Faça sua denúncia
  • Participe do Nosso Grupo de Whatsapp

Anuncie Conosco

  • +55 (92) 3085-7464
  • comercialradio95.7fm@gmail.com
  • Av. Rio Madeira, 444 - Nossa Sra. das Graças
    Manaus-AM - CEP: 69053-030

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver mais resultados
  • Anuncie Conosco
  • Backup
  • Faça sua denúncia
  • Fale Conosco
  • Modelo categoria
  • Política de privacidade
  • Portal
  • Portal
  • Rede Rios App
  • RETROSPECTIVA 2023
  • RETROSPECTIVA 2024
  • Sobre Nós
  • teste

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.