Caio Silva – Rios de Notícias
MANAUS – Em Parintins, o carnavalesco Milton Cunha compartilhou, em um vídeo publicado nas redes sociais nesta quinta-feira, 25/6, suas impressões sobre a cidade e a experiência com a cultura do Festival Folclórico de Parintins. Ele afirmou estar encantado com a tradição do boi-bumbá e com a movimentação do período festivo.
Durante o passeio, Milton percorreu pontos conhecidos da ilha, como o Porto de Parintins, o centro comercial e áreas próximas ao Bumbódromo. Em cada parada, destacou a presença da cultura do boi-bumbá no cotidiano da população e a transformação da identidade da cidade durante o festival.
“É uma rivalidade linda, cultural e cheia de orgulho. Estou encantado com cada detalhe”, afirmou.
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‘Parintins é estado de espírito’
No início do vídeo, o carnavalesco apresentou Parintins como a “capital do folclore brasileiro” e ressaltou a localização da ilha, na região do Rio Amazonas, na Ilha Tupinambarana.
“Parintins, capital do folclore brasileiro, no Rio Amazonas, na Ilha Tupinambarana. Aqui no centrão estão turistas, trabalhadores, folcloristas, artistas. É uma celebração da voz da floresta que vem da Amazônia. Viva o Festival Folclórico de Parintins!”, disse.
Ao caminhar pelas ruas, Milton destacou o intenso movimento de turistas, trabalhadores e brincantes, classificando o festival como uma grande celebração da cultura amazônica e das tradições locais.
Outro ponto destacado foi o uso dos tradicionais tuc-tuc como meio de transporte na cidade durante o período do festival. O carnavalesco mostrou veículos decorados e incentivou o público a conhecer a ilha utilizando o modal.
“O transporte oficial da ilha no Festival de Parintins é o tuc-tuc. Ou você vai de bicicleta, ou de moto. Vou filmar um monte de tuc-tuc, inclusive decorados, para vocês se divertirem”, comentou.
Rivalidade e identidade visual
Milton também observou que a rivalidade entre os bois Caprichoso e Garantido vai além da arena e influencia a identidade visual da cidade. Segundo ele, até marcas adaptam suas cores em Parintins para respeitar a tradição da disputa entre azul e vermelho.
“Na ilha, até a água você escolhe se quer vermelha ou azul. Parintins subverteu a cor das marcas mundiais. Se uma marca nasceu vermelha, aqui ela ganha uma versão azul para respeitar a cultura da cidade”, afirmou.
Já no Bumbódromo, Milton explicou o formato das apresentações, lembrando que cada boi dispõe de duas horas e meia para apresentar seu espetáculo na arena.
“A grande arena, o solo sagrado, onde o boi azul Caprichoso e o boi vermelho Garantido se apresentam durante três noites”, destacou.
Ao final, o carnavalesco celebrou o início do festival e convidou o público a acompanhar a programação. “Chegou o grande dia! Bem-vindos ao maior festival folclórico do mundo, Parintins 2026. Vem!”, concluiu.






