Elen Viana – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – O influenciador Gabriel Silva publicou um vídeo nas redes sociais no domingo, 17/5, com um pedido de desculpas à população manauara após a repercussão das críticas feitas por ele à Zona Franca de Manaus (ZFM).
Na gravação, ele afirma que seria uma forma de se retratar com a população manauara. No entanto, ele volta a fazer comentários irônicos sobre o modelo econômico e ainda cita uma notificação do Ministério Público do Amazonas (MPAM).
“Este vídeo é pro pessoal de Manaus, é um pedido de desculpa. Eu acho que eu me passei muito nas formas que eu falei com vocês aí. Eu recebi a carta do MP de Manaus, instruíram a fazer esse vídeo aqui pra tentar resolver da melhor forma com vocês. Não quero problema. Acho que não foi legal vir com essas verdades à tona aí, destacando que a Zona Franca de Manaus complica o Brasil inteiro e todo mundo tem que pagar mais caro pelo produto”, afirma ele.
O influenciador também voltou a citar os valores dos produtos produzidos pela ZFM e mencionou as críticas que recebeu de políticos do Amazonas,como os vereadores José Ricardo (PT), Coronel Rosses (PL) e Rodrigo Sá (PP), que classificaram as declarações como ofensivas, preconceituosas e desrespeitosas à importância econômica da região para o Amazonas e para o país.
“Mas enfim, a questão não é essa. Algumas pessoas também comentaram que os produtos saem de Manaus, vão para o Sudeste e depois voltam mais caros, e mesmo assim vocês defendem. Peço desculpas se isso gerou desconforto, não foi minha intenção. Os políticos ficaram muito chateados aí, tenho certeza que eles ganham muito dinheiro com isso, então eu também queria pedir desculpa a eles”, afirmou ele.
Declarações
Durante sessão plenária na Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereadores utilizaram a tribuna para repudiar as declarações do influenciador Gabriel Silva contra a Zona Franca de Manaus (ZFM).
As falas do influenciador sobre o Polo Industrial de Manaus repercutiram nas redes sociais e motivaram reações de parlamentares da capital amazonense, que classificaram as declarações como ofensivas, preconceituosas e desrespeitosas.






