Lauris Rocha – Rios de Notícas
MANAUS (AM) – O casal Alberto Nascimento e Tatiana Nascimento iniciou uma viagem de carro de Manaus até Gramado, no Rio Grande do Sul, em um percurso de milhares de quilômetros pelas estradas brasileiras.
A aventura está sendo compartilhada nas redes sociais, com registros dos desafios encontrados durante o trajeto, incluindo a travessia pela BR-319, uma das principais ligações terrestres entre o Amazonas e o restante do país.
A viagem começou na capital amazonense, com a saída durante a madrugada e a passagem pelo Porto da Ceasa, no bairro Vila Buriti, zona Sul de Manaus. Em vídeo publicado no Instagram, Alberto mostrou a chegada ao local por volta das 3h, quando o casal aguardava a primeira balsa do dia, prevista para sair às 4h.
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Durante a gravação, ele registrou o pagamento da travessia e o embarque do Honda Fit 2013 utilizado no percurso.
“Já estamos no Porto da Ceasa. A expectativa é de que a gente consiga embarcar na primeira balsa, que, em teoria, é para sair às 4h. Daqui a pouco vou verificar a quantidade de carros na nossa frente”, relatou.
Após cerca de uma hora de travessia, o casal desembarcou no outro lado do rio, com acesso ao município de Careiro da Várzea e, posteriormente, ao Careiro Castanho, para seguir viagem pela BR-319.
Ao longo do caminho, Alberto registrou as condições da rodovia e relatou os desafios encontrados no percurso. Segundo ele, os primeiros trechos asfaltados exigem atenção por causa dos buracos, enquanto a parte sem pavimentação apresenta maior dificuldade para os motoristas.
“A maior parte está legal, você consegue andar em uma boa velocidade, mas tem que ter sempre muita atenção para não cair em algum buraco. Agora vamos iniciar o trecho não pavimentado da BR-319”, afirmou.
O viajante também comentou sobre as condições de determinados pontos da estrada. De acordo com ele, até o km 250 o trecho apresenta maior estabilidade, permitindo velocidades entre 60 km/h e 80 km/h. Após esse ponto, ele relatou áreas com erosões e maior trepidação.
“Até o km 250 o trecho é bem estável. Depois desse trecho há muita erosão e trepidação brusca”, explicou.






