Iris Fontenele – Rios de Noticias
BRASIL – A consumidora Paula Rosa viveu uma situação inusitada e frustrante após comprar um iPhone 16 Pro Max, no valor de R$ 8.549,00. Ao receber a encomenda, ela se deparou com um pedaço de azulejo dentro da caixa, no lugar do smartphone.
A compra foi feita diretamente pela plataforma da Amazon e a entrega também ficou sob responsabilidade da empresa. Segundo Paula, a embalagem aparentava estar intacta, mas chamou atenção pelo peso muito abaixo do esperado.
“Foi um choque. Você espera dias por um produto novo, paga caro, e ao abrir encontra um azulejo. É uma sensação de violação, de ter sido enganada”, relatou.
Leia também: Manauara viraliza nas redes sociais ao mostrar a cultura amazonense para a esposa americana
Busca por justiça
Ao entrar em contato com o atendimento ao cliente da Amazon para relatar o problema e solicitar o reembolso, Paula recebeu uma resposta negativa. A empresa informou, por e-mail, que conforme suas verificações internas, o iPhone estava dentro da caixa quando saiu do centro de distribuição, e, por isso, recusou-se a devolver o valor ou enviar um novo aparelho.
Diante da negativa, Paula tomou duas medidas: registrou um boletim de ocorrência na Polícia Militar e consultou o número de série informado na caixa no site oficial da Apple. Para sua surpresa, o sistema indicava que o aparelho correspondente já havia sido ativado 17 dias antes da data de compra.
“Essa informação do número de série foi fundamental. Ela comprova que havia algo muito errado, pois o aparelho que eu deveria receber era novo e lacrado”, explicou Paula.
Reembolso após denúncia
Após o registro policial e a intervenção do Procon, a Amazon reavaliou o caso. A empresa então autorizou o reembolso total do valor pago por Paula.
A situação levanta discussões sobre segurança na cadeia de distribuição de produtos de alto valor e os desafios enfrentados por consumidores em situações de fraude.






