Gabriel Lopes – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Depois de o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) proibir a comercialização de lotes da marca “Café do Norte” no início de julho deste ano, após identificar “elementos estranhos” em sua composição, a empresa decidiu se pronunciar por meio das redes sociais.
O Mapa realizou a Operação Valoriza em todo o país entre os dias 18 e 28 de março, e 19 marcas de café torrado foram autuadas nos municípios do Amazonas e de mais sete estados, após a constatação de matérias estranhas e impurezas ou elementos acima dos permitidos pelo Ministério.
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Por meio de nota divulgada em suas redes sociais, a empresa Café do Norte alegou ter compromisso com a qualidade e a segurança de seus produtos, além de ressaltar que tais impurezas são derivadas da produção agrícola e não representam risco algum ao consumo humano.
“Em resposta às notificações recebidas, tomamos medidas imediatas. Os lotes mencionados foram substituídos em março de 2024, garantindo que nossos consumidores continuem a desfrutar de um café puro e forte, como sempre foi nossa promessa”, declarou a empresa.
A empresa disse ainda na nota, acreditar que a transparência é fundamental. “Continuaremos a trabalhar incansavelmente para garantir a melhor experiência a todos os nossos consumidores. Agradecemos pelo apoio e lealdade ao longo dos anos”, diz o texto.
Autuação
À época, o Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-AM) chegou a notificar a empresa a prestar esclarecimentos sobre a venda de café com irregularidades na composição, como destacou o diretor-presidente do Procon-AM, Jalil Fraxe.
“Ao tomar conhecimento da operação conduzida pelo Ministério da Agricultura, o Procon-AM agiu prontamente, notificando a empresa para prestar esclarecimentos aos consumidores sobre os lotes afetados por essas alterações”, ressaltou Fraxe.






