Lauris Rocha – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – O Festival Confluência chega à sua 2ª edição neste sábado, 29/11, no Bosque da Ciência, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), localizado na Avenida Bem-te-vi, no bairro Petrópolis, zona Sul de Manaus. A programação se estende das 10h às 17h30, reunindo arte, ciência, gastronomia indígena, performances e música em meio à natureza.
A abertura do evento acontece às 10h, com a inauguração da exposição “As Formas do Invisível”.
A idealizadora e curadora do festival, Lilian Fraiji, diretora do Labverde, explicou ao Rios de Notícias que o Confluência busca aproximar o público de reflexões urgentes sobre a Amazônia.
“O objetivo do festival é reunir, em um espaço tão querido da nossa cidade, arte, ciência, música e consciência. Na Ilha de Tanimbuca, teremos uma programação que emociona, inspira e engaja, oferecendo ao público um evento divertido e reflexivo sobre o futuro da Amazônia. O tempo de mudança é agora”, afirmou.

A organização estima receber mais de 350 participantes, além dos visitantes habituais do Bosque da Ciência, que funcionará normalmente durante o evento.
Segundo Lilian Fraiji, o público pode esperar um dia marcado pela união entre arte, música e sabores amazônicos.
“Estamos de braços abertos para receber todos em cada etapa do festival, pensado com muito carinho. Começamos com uma exposição que amplia o universo invisível e microscópico de plantas e frutos, realizada em parceria com a professora Maria Gracimar, da Ufam. Em seguida, teremos uma performance emocionante da coreógrafa Giselle Jardim, em interação com a Tanimbuca, árvore centenária que é a estrela da ilha”, destacou.
Após o almoço, às 14h, ocorre o painel “Reflorestar a Imaginação”, que reúne nomes da cena amazônica, entre cientistas, produtores culturais e lideranças indígenas: Beto Oliveira (Margem do Rio), Laynara Lugli, Loren Luniere, Sioduhi, Igor Kaefer, Luciana Santos, Regina Saterê Mawé e o estudante Martín Vicentini. O diálogo terá mediação do ator Adanilo e propõe refletir sobre futuros possíveis para a região.
O encerramento do festival fica por conta do rapper amazonense Victor Xamã, seguido da apresentação experimental do artista Novíssimo Edgard.

Programação completa
10h – Abertura da exposição As Formas do Invisível
11h – Performance pequena memória para um tempo sem memória, com Giselle Jardim
12h – Coquetel (Buffet indígena Cozinha Boca da Mata – Renatinha Peixe-boi)
12h – DJ Set Carol Amaral
14h – Painel Reflorestar a Imaginação
Convidados: Luciana Santos, Margem do Rio, Loren Luniére, Martín C. Vicentini, Regina Sateré Mawé, Laynara Lugli e Sioduhi
16h – Show Victor Xamã
16h40 – Show Novíssimo Edgard






