Gabriel Lopes – Rios de Notícias
SÃO PAULO (SP) – Wellington Silva Rosas, de 39 anos, preso suspeito de assassinar a filha, foi encontrado morto asfixiado dentro de sua cela, no Centro de Detenção Provisória II de Pinheiros, em São Paulo.
O homem já estava há uma semana na unidade prisional, pois havia confessado à polícia que cometeu o crime.
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De acordo com informações repassadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo, o detento morreu depois de ser asfixiado por outro preso, de 38 anos. Um desentendimento teria motivado o assassinato.
Wellington chegou a ser encaminhado a uma unidade hospitalar, mas não resistiu e morreu. A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) de São Paulo deu mais detalhes sobre o crime.
“Por volta das 20h, os funcionários ouviram pedidos de socorro vindos da área habitada pelo preso. A equipe retirou os outros detentos do ambiente e transferiu Rosas para o pronto-socorro local, onde foi confirmado o óbito. A unidade registrou um Boletim de Ocorrência no 91º DP (Ceasa)”, informou a pasta em comunicado.
Morte da Filha
Wellington foi preso por matar sua filha, Rayssa Santos da Silva Rosas, de 18 anos, esganada, após a jovem defender o fim do relacionamento do suspeito com sua mãe. O crime ocorreu porque ele não aceitava o término.
Após estrangular a filha, ele dormiu com o cadáver e depois o abandonou em um buraco, na Avenida 23 de maio, pagando R$ 10 para uma pessoa em situação de rua atear fogo no corpo naquele local. Ele confessou o crime e estava preso preventivamente quando foi assassinado






