Caio Silva – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Professores e pedagogos da rede estadual de ensino denunciam uma nova suspensão do plano de saúde dos servidores da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-AM) e cobram providências do Governo do Amazonas para a retomada dos atendimentos.
Segundo o Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical), a interrupção do serviço ocorreu após atrasos nos repasses à operadora Hapvida. A entidade afirma que a dívida do Governo do Amazonas com a empresa ultrapassa R$ 23 milhões e teria provocado a suspensão de consultas, exames e atendimentos eletivos.
A denúncia foi reforçada nesta quarta-feira, 5/8, pela coordenadora-geral da Asprom, professora Alessandra Souza. Segundo ela, o problema voltou a afetar os servidores desde 31 de julho e se repete desde 2022.
“Infelizmente, a Hapvida hoje tem para receber mais de R$ 23 milhões que o Governo do Estado não pagou e, por isso, o nosso plano de saúde foi suspenso”, afirmou a dirigente.
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A Asprom informou que encaminhou um ofício à Secretaria de Estado de Educação solicitando esclarecimentos sobre a suspensão e uma previsão para o restabelecimento do atendimento aos servidores.

De acordo com o sindicato, os atrasos nos pagamentos passaram a ocorrer após mudanças contratuais realizadas em 2022 e, desde então, interrupções no serviço têm prejudicado professores e pedagogos.
A entidade afirma que a suspensão impede a realização de consultas, exames e acompanhamentos médicos, aumentando a preocupação entre os servidores da educação estadual.
Sinteam também denuncia suspensão
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) também denunciou a suspensão dos atendimentos do plano de saúde dos servidores da Seduc.
Segundo o Sinteam, a dívida do Governo do Amazonas com a operadora Hapvida ultrapassa R$ 52 milhões. A entidade afirma que os débitos começaram em 2022 e seguem acumulados.
Governo é procurado
O Portal RIOS DE NOTÍCIAS procurou o Governo do Amazonas e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-AM) para esclarecer as denúncias e informar a situação dos pagamentos à operadora do plano de saúde. O espaço permanece aberto para manifestação.






