Caio Silva – Rios de Noticias
MANAUS (AM) – Quatro suspeitos de envolvimento na invasão à residência de um policial militar foram presos na tarde deste domingo, 28/6, em Manaus. Três deles foram localizados em um motel, enquanto o quarto foi encontrado em uma casa na Comunidade Nossa Senhora de Fátima, no bairro Cidade Nova, zona Norte da capital.
Segundo as investigações, dois dos suspeitos invadiram a residência do militar após se identificarem falsamente como policiais civis. Ao perceber a ação criminosa, o policial reagiu, dando início a uma intensa troca de tiros dentro do imóvel.
Durante o confronto, um dos invasores foi baleado e socorrido para uma unidade hospitalar. Os demais conseguiram fugir, mas foram localizados pelas equipes policiais no dia seguinte.
As prisões ocorreram um dia após o ataque à casa do cabo da Polícia Militar Cleiton Vagner Souza da Silva, que está afastado das Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam).
A invasão aconteceu na madrugada de sábado, 27, por volta das 2h40. De acordo com a polícia, um grupo de criminosos chegou ao local em um carro, derrubou o portão da garagem e invadiu o imóvel, onde o policial estava com a família.
Após o ataque, equipes da Rocam iniciaram as buscas e localizaram três suspeitos escondidos em um motel. No local, foram apreendidos uma arma de fogo e porções de drogas.
Durante a abordagem, os presos informaram o endereço de uma residência na Comunidade Nossa Senhora de Fátima. No imóvel, os policiais encontraram o quarto suspeito.
Na casa, foram apreendidas quatro pistolas – que, segundo a polícia, teriam sido utilizadas na invasão à residência do militar -, além de aproximadamente 20 quilos de drogas. As identidades dos presos não foram divulgadas.
Os quatro suspeitos foram encaminhados à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), onde foram autuados e permaneceram à disposição da Justiça. Eles devem passar por audiência de custódia nos próximos dias.
A principal linha de investigação da Polícia Civil aponta que o grupo criminoso teria como objetivo executar o policial militar. A motivação do crime e a participação individual de cada suspeito seguem sob investigação.






