Redação Rios
BRASIL – Uma operação do Grupo Especial Móvel de Fiscalização do Trabalho Infantil, do Ministério do Trabalho e Emprego afastou 78 adolescentes flagrados em situações perigosas de trabalho infantil na região de Criciúma, no Sul de Santa Catarina.

Os adolescentes, com idade de 14 a 17 anos, trabalhavam principalmente entre os setores têxtil e de frigoríficos e realizavam atividades previstas na Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil da Organização Internacional do Trabalho.
Segundo a Secretaria de Inspeção do Trabalho, a condição representa “grave risco à saúde” e a fiscalização constatou o problema em 23 das 39 empresas inspecionadas entre os dias 2 e 6 de março.
Para os adolescentes com 16 anos ou mais, os empregadores receberam notificação para transferir imediatamente os jovens para funções e locais permitidos pela legislação ou, quando não for possível adaptar a função, rescindir os contratos de trabalho.
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Entre as situações de trabalho infantil encontradas, destacam-se o contato direto com sangue, ossos e pele de animais; o transporte manual de caixas e matérias-primas de até 30 kg; a operação de máquinas industriais; o trabalho em câmaras frias; e a exposição a níveis de ruído superiores aos limites legais.
Além disso, para as empresas que ainda não passaram por fiscalização, a Auditoria-Fiscal do Trabalho enviará um aviso, orientando sobre as atividades proibidas para pessoas com menos de 18 anos.
*Com informações da Agência Brasil






