Lauris Rocha – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – A nova diretoria do Conselho Regional de Economia do Amazonas e Roraima (Corecon-AM/RR) tomou posse nesta quinta-feira, 12/2, em cerimónia realizada no Auditório da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), no Edifício Raimar Aguiar, localizado na Avenida Joaquim Nabuco, nº 1919, Centro de Manaus.
O evento marcou o início do triénio 2026–2028 para os novos conselheiros e a posse da presidência para o exercício de 2026. À frente da instituição, o novo presidente, Márcio Paixão, destacou como prioridade o fortalecimento e o retorno do protagonismo dos economistas no debate público.
“Os economistas têm que estar discutindo as políticas públicas em todas as esferas. Isso está falando não só no Amazonas, mas também em Roraima. Associado a isso, o economista tem que ter um diálogo muito maior com a sociedade, entendendo quais são os desafios e as necessidades. A gente pode falar, por exemplo, da educação financeira, orçamento doméstico, o que comunica com o dia a dia”, afirmou.

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A nova vice-presidente do Corecon, Socorro Corrêa, enfatizou que um dos principais desafios da gestão será promover maior integração entre os dois estados.
“Um dos nossos desafios é fazer a integração do Amazonas e de Roraima. Apesar de tão perto, a gente tem uma distância geográfica, falta de avião e de voo, isso o torna um pouco mais módico [escasso] fazer essa integração e colocar o Corecon no asfalto de discussão de populações e de políticas públicas. E valorizar cada vez mais a profissão do economista”, ressaltou.
Parcerias estratégicas
Durante a cerimônia, o diretor-presidente da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), Marcos Vinicius Castro, também economista, destacou a parceria institucional com o Corecon.
“Sou defensor da nossa classe, nós temos uma parceria com o nosso Conselho Regional de Economia, onde a Afeam coloca os estagiários do curso para que façam parte do nosso time, da Agência de Fomento”, afirmou.
Para ele, o papel do economista é essencial para o desenvolvimento do estado. “É o economista que faz as projeções, nós temos um Polo Industrial de Manaus, onde se prepara um projeto, além das consultorias econômicas, assim como algumas elaborações de alguns projetos, junto à Agência de Fomento, com valores maiores, que devem ser, está na prerrogativa dessa profissão, devem ser assinados e homologados por esse profissional do conselho””, concluiu.






