Júnior Almeida – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – A “virose da mosca” nada mais é que um termo popular para identificar as doenças diarreicas agudas (DDAs) geralmente causadas por microrganismos como vírus, bactérias, fungos e parasitas que são responsáveis pela inflamação do estômago e intestino, como explica a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas, por meio de nota, publicada nesta sexta-feira, 5/1.
Os sintomas mais frequentes são: diarreia, febre, dor abdominal, vômitos, desidratação e, em alguns casos, sangue ou muco nas fezes, podendo permanecer na pessoa enferma por 2 a 5 dias. O contato com as bactérias e protozoários pode ocorrer por meio da água ou de alimentos contaminados.
Para prevenir a contaminação o ideal é evitar o consumo de alimentos crus ou mal cozidos, lavar bem os utensílios domésticos antes de usar, e fazer uma boa higiene das mãos, além de manter sempre o lixo em vasilhame com tampa, para que as moscas e outros insetos se mantenham distantes de sua casa.
Leia também: Instituto da Criança do Amazonas recebe nova enfermaria com dez leitos
De acordo com a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, as moscas podem estar envolvidas na transmissão veicular desses vírus e bactérias, e os carregam para as superfícies do corpo humano.
“Como as moscas reviram lixo e fezes atrás de comida, esses insetos podem ficar com vírus e bactérias infecciosos e levá-los para dentro dos ambientes familiares e para as pessoas. Por isso, é preciso reforçar as medidas de prevenção às doenças diarreicas”, enfatiza Tatyana.
Prevenção
Como destacado, medidas de prevenção cruciais para evitar a transmissão da doença incluem a higienização das mãos com água e sabão ou álcool a 70%, manuseio adequado de alimentos, ingestão de água tratada, além da manutenção de ambientes, que precisam ser limpos e livres de resíduos como forma de proteger os alimentos das moscas, baratas e outros pragas que possam ser vetores da doença.
Além disso, se perceber tais sintomas e tiver algum agravamento no caso procure atendimento médico de imediato, sobretudo, se for pessoa adulta com mais de 60 anos ou crianças menores de 5 anos, que são mais vulneráveis.
Leia a nota:
*Com informações da assessoria






