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Home Polícia

Um ano sem Djidja: Defesa contesta investigação e pede liberdade dos condenados

Djidja foi encontrada morta na casa onde morava com a mãe, Cleusimar Cardoso, e o irmão, Ademar Cardoso

28 de maio de 2025
em Polícia
Tempo de leitura: 14 min
djidja-cardoso-um-ano-morte

Morte de Djijda completa um ano enquanto mãe e irmão estão presos (Arte: Abraão Torres/Rios de Notícias)

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Elen Viana – Rios de Notícias

MANAUS (AM) – A morte de Djidja Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido, completa um ano nesta quarta-feira, 28/5. Encontrada sem vida em sua residência, o caso ganhou repercussão nacional após as investigações apontarem o envolvimento da família Cardoso e amigos em um grupo religioso suspeito de utilizar drogas em rituais com fins espirituais. 

Entre 2016 e 2020, Djidja encantou os torcedores do Garantido ao interpretar a sinhazinha da fazenda no Festival Folclórico de Parintins, personagem que representa a filha do fazendeiro no auto do boi. Após deixar o item, passou a atuar com a mãe e o irmão na administração de uma rede de salões de beleza no Amazonas.  

Djidja Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido (Foto: Reprodução/redes sociais)

O negócio da família movimentava vários clientes diariamente e acabou se tornando parte central da investigação policial que teve início após sua morte e que, segundo a defesa dos acusados, apresenta falhas graves na condução e nas acusações. 

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No dia 3 de fevereiro, ao comemorar seu aniversário, Djidja publicou um vídeo nas redes sociais em que aparecia celebrando com amigos e familiares. Na gravação, ela revelou estar enfrentando um quadro de depressão. 

“Só tenho a agradecer, principalmente por ter passado e superado esses meses doente (depressão, gastrite, etc). Em breve, quando me sentir confortável, eu conto o meu testemunho de como me recuperei e quis viver novamente”, disse Djidja na publicação. 

Djidja revelou que lutava contra depressão em postagem nas redes sociais (Foto: Reprodução/redes sociais)

Leia também: Salão recebe críticas ao usar imagem de Djidja e família em campanha de Dia das Mães

A morte e a suspeita de overdose 

Djidja foi encontrada morta na casa onde morava com a mãe, Cleusimar Cardoso, e o irmão, Ademar Cardoso. Segundo familiares, no dia da morte tentaram contato por telefone com ela, sem sucesso. Decidiram então ir até a residência, onde encontraram o corpo sobre a cama, por volta das 6h da manhã. 

Djidja, a mãe Cleusimar Cardoso e o irmão, Ademar Cardoso (Foto: Reprodução/Internet)

O laudo preliminar do Instituto Médico Legal (IML) apontou edema cerebral como causa da morte, afetando o funcionamento do coração e da respiração. O documento, no entanto, não especifica o que causou o edema.

De acordo com a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), há indícios de que Djidja tenha morrido por overdose de cetamina. A substância foi encontrada em seu corpo, com sinais de uso excessivo. 

Operação Mandrágora e prisões 

Dois dias após a morte, a Polícia Civil deflagrou a operação Mandrágora, que resultou na prisão de Cleusimar e Ademar, além de Verônica Seixas, Claudiele da Silva e Marlisson Vasconcelos, todos ligados ao salão de beleza da família. 

Operação Mandrágora que resultou na prisão de integrantes da Família Cardoso (Foto: Reprodução/Internet)

Segundo o delegado Cícero Túlio, titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), em entrevista ao Portal RIOS DE NOTÍCIAS, a família já vinha sendo investigada por envolvimento com um grupo religioso chamado “Pai, Mãe, Vida”, acusado de promover o uso abusivo da cetamina. 

“Durante o ano, surgiram casos de acidentes de trânsito causados pelo uso da substância. A investigação começou com a denúncia da ex-companheira de Ademar, que relatou ter sido submetida a cárcere privado, maus-tratos e uso forçado de cetamina. A partir daí, passamos a investigar o núcleo familiar, o Ademar, a mãe Cleusimar, a própria Djidja e os funcionários do salão”, afirmou o delegado. 

Delegado Cícero Túlio, titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP)- (Foto: João Dejacy/Rios de Notícias)

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na residência da família, nos salões de beleza e em uma clínica veterinária apontada como fornecedora da cetamina. Foram apreendidos frascos da substância, seringas, agulhas, aparelhos eletrônicos e documentos. 

“A substância foi adquirida de forma ilícita em uma clínica veterinária e utilizada pela família e funcionários da empresa. Havia um culto envolvendo cetamina, onde eles acreditavam alcançar plenitude espiritual e se libertar de traumas emocionais. A Verônica, que era gerente do salão, tentou esconder as substâncias. Depois, conseguimos autorização da Justiça para prender o núcleo familiar e colaboradores logísticos”, completou o delegado. 

Material apreendido no salão na unidade do Vieiralves (Foto: Reprodução/Internet)

Situação dos investigados 

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) manteve a prisão de cinco dos envolvidos no caso, são eles: 

  • Ademar Farias Cardoso Neto – Preso; irmão de Djidja e apontado como líder do grupo religioso. 
  • Cleusimar de Jesus Cardoso – Presa; mãe de Djidja e também suspeita de liderança no grupo. 
  • Hatus Moraes Silveira – Preso; se apresentava como personal trainer, mas não tem registro profissional. 
  • José Máximo Silva de Oliveira – Preso; dono da clínica veterinária que fornecia a cetamina. 
  • Sávio Soares Pereira – Preso; sócio de José Máximo na clínica veterinária. 

Todos os réus condenados estão atualmente cumprindo pena em regime fechado, conforme estabelecido na sentença judicial.

Cleusimar Cardoso é mãe de Djidja (Foto: Reprodução/redes sociais)
Ademar Cardoso é irmão de Djidja (Foto: Reprodução/redes sociais)
Hatus Moraes, ex-personal trainer da família Cardoso (Foto: Reprodução/redes sociais)

Outros acusados, como Verônica Seixas (gerente do salão) e Bruno Roberto (ex-namorado de Djidja), respondem em liberdade enquanto recorrem das decisões judiciais. 

Por outro lado, o juiz Celso de Paula responsável pelo caso absolveu, por insuficiência de provas, os réus Emicley Araujo Freitas Júnior (ex-funcionário da clínica investigada), Claudiele Santos da Silva e Marlisson Vasconcelos Dantas (ambos ex-funcionários do salão de beleza).

Defesa contesta investigação 

O advogado Luke Pacheco, que representa os réus, afirma haver inúmeras irregularidades no processo, desde a quantidade de substâncias apreendidas até a conduta policial durante os mandados. 

“Foram apreendidos apenas 11 ml de cetamina. Isso não configura tráfico de drogas. E não houve qualquer dinheiro apreendido. O vídeo mostra claramente policiais arrombando a casa sem presença de testemunhas. As substâncias encontradas estavam vazias. Não existem imagens da mãe ou do Ademar comercializando nada. Isso é grave, porque a narrativa do tráfico desmonta por completo”, afirmou o advogado. 

Luke Pacheco, advogado do caso (Foto: João Dejacy/Rios de Notícias)

Pacheco também alegou que a família enfrentava problemas de saúde mental e que não deveria ser enquadrada como organização criminosa. 

“Eles não são líderes de seita. São pessoas abaladas emocionalmente, envolvidas no uso abusivo da substância, sim, mas também em luto. Foram presos no meio do sofrimento, sem tempo para viver o luto. Isso é desumano, há falhas graves que devem anular parte do processo”, disse ele. 

Defesa pede liberdade dos presos 

A defesa entrou com recurso de apelação no Tribunal de Justiça do Amazonas. Segundo o advogado, a expectativa é que a liberdade dos acusados seja concedida ainda este ano. 

“O processo tem falhas graves. Esperamos que ele retroaja para a fase de defesa prévia, possibilitando a soltura dos envolvidos”, afirmou o advogado. 

Imagens registradas na noite de 27 de maio e na madrugada do dia 28, momentos antes da morte, mostram Djidja segurando um frasco de cetamina e uma seringa. Bruno Roberto, seu ex-namorado, pede para que ela largue a droga. 

O laudo preliminar do IML apontou edema cerebral como causa da morte de Djidja (Foto: Reprodução/Internet)

A defesa sustenta que os vídeos foram obtidos de forma ilegal e, portanto, não podem ser usados como prova. 

“Não existia seita, nem vantagem econômica. Nenhum valor foi apreendido. Celulares sumiram do processo, e vídeos vazaram de forma indevida, sem que os aparelhos citados tenham sido devidamente apresentados”, declarou Pacheco. 

Djidja Cardoso com o irmão, Ademar, e Cleusimar, sua mãe (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Em outra gravação, Djidja aparece deitada, com Ademar imóvel ao lado da cama. A mãe exibe marcas de picadas em si mesma e no filho, além de um frasco da substância suspeito de ser usado em rituais.  

Enquanto isso, a Justiça continua analisando recursos, e os envolvidos aguardam nova definição sobre suas penas. 

Confira a reportagem completa

Tags: Caso Didjainvestigaçãopai mae vidaSeita ReligiosaUm ano da morte

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