Júnior Almeida – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Identificados como Paulo Roberto Matos Medeiros, de 33 anos, Adriano de Almeida Castro, de 25 anos, Carlos Kennedy Ferreira Dantas de Oliveira e um outro suspeito, com nome não divulgado foram presos na Operação Liberdade da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).
Na ação foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, quatro prisões e ainda apreendidas drogas, armas e dinheiro com o grupo. A operação foi deflagrada com o intuito de devolver a liberdade às pessoas que estão sob o domínio das milícias no bairro Compensa, zona Oeste de Manaus.
O titular do 8º Distrito Integrado de Polícia (DIP), delegado Fábio Aly, afirmou a Operação Liberdade finaliza a segunda fase com foco direto a grupos de milícias do bairro Compensa no período de cinco meses. Ele também informou que o líder da organização criminosa foi preso.
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“Nós conseguimos prender o líder do grupo que coordena o tráfico na rua Santa Luzia e todos eles moram na mesma rua. Hoje, fizemos a operação que resultou na prisão de mais três presos em cumprimento de mandado de prisão. Em duas situações houve o flagrante”, destacou o delegado.
Apreensões
Paulo Roberto foi preso em posse de algumas porções de maconha, cocaína e uma pedra de oxi. Enquanto Adriano de Almeida possuía mandado de prisão e foi encontrado com maconha, três pedras de oxi, porção de cocaína e 200 trouxinhas da mesma substância, além de um revólver, 12 munições calibre 38, e R$ 6,2 mil em espécie.
Procurados
A polícia ainda segue na procura de sete criminosos que conseguiram fugir do cerco policial organizado na operação. São eles: Felipe de Jesus Cardoso, o “Makolt” ou “MK”; Felipe de Souza Rodrigues, o “Salsa”; Franklin da Silva Conceição, o “Magnata”; Leonardo Bulcão Dutra, o “Jheury”; Marbricion Teixeira Romano dos Santos, o “Nego drama”; Maycon Silva da Costa Rosa, o “Alemão”; Samuel Carvalho da Silva, o “Canela”.



Região controlada
Segundo o delegado, a organização criminosa estava aterrorizando a população na rua Santa Luzia. Local dominado pelos criminosos e vigiada 24 horas por dia. Ele afirma que qualquer carro desconhecido que entrasse na rua era abordado por homens armados, que tentavam evitar a entrada de rivais.
“Esses criminosos já algum tempo vinham mantendo essa rua monitorada com olheiros, câmeras e por telefone. Ninguém entrava ou saía sem o conhecimento deles, tudo isso para evitar a entrada de rivais”, disse o oficial.






