Caio Silva – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Adenilson Medeiros de Rocha, 18, conhecido como “Bisteca” e outro homem identificado apenas como “Loirinho” foram presos suspeitos de terem envolvimento no assassinato do psicólogo Manoel Guedes Brandão, 41 nessa segunda-feira, 21.
O psicólogo foi encontrado morto em uma área de mata atrás da antiga penitenciária Raimundo Vidal Pessoa e estava desaparecido desde domingo, 20/7.
A prisão de “Bisteca” foi feita por policiais militares da 24ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), nos arredores das avenidas Lourenço Braga e Duque de Caxias, próximo ao local onde a vítima foi encontrada morta.
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) ressalta que as diligências continuam em andamento, por meio da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer o caso
Desaparecimento
A família da vítima estava o procurando desde domingo, 20/7, quando ele foi dado como desaparecido. Imagens de câmera de segurança que circulam nas redes sociais mostram o psicólogo caminhando rapidamente durante o inicio da manhã daquele dia, pouco antes de desaparecer.
Manoel Guedes era estudante de Farmácia, estagiava no Hospital Santa Júlia e era conhecido por internautas por ser dono da página Nação Amazonas.
Comoção
O Conselho Regional de Psicologia da 20ª Região – AM/RR repercutiu sobre a morte de Manoel Guedes Brandão Neto e emitiu uma nota de pesar em suas redes sociais. “Profissional notável e dedicado, deixa um legado de compromisso e contribuição à Psicologia”, ressaltou.
A Faculdade de Psicologia – FAPSI/UFAM também lamentou a morte do psicólogo, a nota de pesar destaca as conquistas que ele teve durante o período em que esteve na universidade
A morte causou comoção e indignação tanto aos familiares, amigos, quanto a população da cidade de Manaus por conta do contexto da insegurança na região.
Julia Gonçalves, que era uma de suas amigas, lamentou a morte do psicólogo por meio de um comentário nas redes sociais, onde destacou a forte ligação que ele tinha com questões culturais. “Perco meu amigo, e a sociedade perde um cidadão engajado com a cultura e história de nossa cidade”, lamentou.






