Júlio Gadelha e Lauris Rocha – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Com a proximidade das eleições, a equipe do Portal RIOS DE NOTÍCIAS visitou diversos pontos de Manaus para ouvir a população e saber quais são os principais problemas da cidade e qual a expectativa em relação ao próximo prefeito.
A equipe do RIOS DE NOTÍCIAS conversou com a população na área central da cidade, local onde a movimentação de pessoas é grande e de moradores de diferentes locais da capital.
Para Maria do Socorro, empregada doméstica de 68 anos, a saúde é a maior dificuldade. Ela espera que o próximo prefeito “faça as coisas pelo povo, porque a saúde está uma calamidade. Vamos aos postos de saúde atrás de médico e não tem, o que acho um absurdo”.
Clarissa Santos da Silva, de 56 anos, artesã, cobra melhorias no Sistema Nacional de Regulação (Sisreg), afirmando que “ainda é muito ruim e as pessoas morrem na fila de espera”.
Feirante no Mercado Municipal Adolpho Lisboa, Wanderson Dias da Silva, de 32 anos, destaca que a população quer que o novo prefeito tire as ideias do papel e as coloque em prática, principalmente no contexto pós-Covid-19. Ele acredita que os problemas em saúde, infraestrutura, educação, emprego e renda persistem.



Manauara quer soluções e não problemas
Conforme a enquete realizada pelo riosdenoticias.com.br, a população manauara espera que o próximo prefeito resolva problemas cruciais, como saúde, infraestrutura e organização urbana, e que realmente cumpra as promessas feitas durante a campanha.
“Surgem só as ideias, mas não executam. O povo quer serviço que funcione. Pagamos nossos impostos e cada dia é um sofrimento”, ponderou Wanderson. Ele enfatiza que a questão não é política, mas de união em prol do povo.
Vendedor ambulante há 30 anos, Luiz Félix de Souza Neto espera que o próximo prefeito organize o Centro da Cidade, que considera abandonado. Ele destaca a necessidade de banheiros públicos e melhores infraestruturas para a categoria dos vendedores ambulantes. “Estamos cansados de promessas não cumpridas. Queremos ver a realidade”, enfatizou Luiz.


A maioria dos entrevistados afirmou não ter uma ideologia dominante, não se identificando como de esquerda ou direita. Portanto, para as eleições municipais, esse ponto pode não ser decisivo. A exemplo de Fernando Alves da Silva, aposentado de 72 anos, que declarou: “Eu acredito é nas pessoas, não em partido”.






