Elen Viana – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Profissionais de educação física denunciam o atual presidente do Conselho Regional de Educação Física (CREF8/AM-AC-RO-RR), Lyndon Johnson de Azevedo, por destinar aproximadamente R$ 400 mil para manutenção e pintura do prédio as vésperas da eleição do órgão.
Segundo a denúncia, o presidente destinou o valor para obras de manutenção predial na sede do conselho. No entanto, os filiados questionam o investimento tão próximo ao pleito eleitoral do CREF8, marcado para o dia 8 de novembro, quando serão escolhidos os novos membros.
“Neste momento, surgem diversas dúvidas, já que até agora não houve sequer uma pintura superficial para disfarçar a sujeira, o descaso e o abandono em que o prédio se encontra. É surpreendente que, em pleno período eleitoral, o presidente decida realizar uma obra tão vultuosa. Naturalmente, questionamos os altos valores para algo aparentemente tão simples”, destacaram os filiados que preferiram não se identificar.

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Outro ponto levantado na denúncia é a falta de fiscalização efetiva sobre profissionais que atuam clandestinamente na área: “A atual gestão não dá a devida atenção”, afirmam. O CREF8 destinou o orçamento de mais de R$ 2 milhões para a fiscalização das academias e dos profissionais de educação física, mas a verba para a realização de cursos e palestras, supera R$ 21 milhões.
“Os trabalhos vêm sendo questionado, pois não é de hoje o abandono perante o setor de fiscalização. O CREF8, não possui a devida atenção, visto o baixo investimento que é destinado ao setor deixa de ser efetivo nas ações contra agentes que atuam clandestinamente, sem a devida inscrição no órgão”, acrescentam os filiados.


Os profissionais da área expressaram preocupação com o que consideram abuso de poder econômico dentro do órgão, além de insatisfação com o descaso da atual gestão em relação às questões apontadas.

Sem resposta
O Portal RIOS DE NOTÍCIAS entrou em contato com a assessoria do Conselho Regional de Educação Física (CREF8/AM-AC-RO-RR) para obter um posicionamento sobre as denúncias, mas até a publicação desta matéria não houve resposta. O espaço permanece aberto.












