Redação Rios
MANAUS (AM) – A pré-candidata ao Governo do Amazonas pelo Partido Liberal, Professora Maria do Carmo, defendeu o fomento à produção rural e o fortalecimento do agronegócio sustentável no Amazonas durante encontro com produtores de pitaya da Cooperativa Mista dos Produtores Rurais do Amazonas (Coompram).
O encontro foi realizado no último final de semana na Vila Taboca, localizada no ramal Rio Branquinho, no quilômetro 67 da BR-174. Famílias produtoras enfrentam dificuldades para escoares seus produtos, são quase 30 quilômetros de ramal de terra batida, que se tornam infrafegáveis durante as chuvas.
“As pessoas querem trabalho, querem um meio para produzir. Essa é nossa riqueza e precisa ser incentivada. Quero tornar esse desejo em realidade ao lado de pessoas como o presidente da Coompram, o Israel Feitosa, que está na luta para dar uma vida melhor aos produtores rurais. Eles deveriam ser motivo de orgulho, porque mostram o quanto somos capazes de produzir”, destacou a Professora Maria do Carmo.
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Aproximadamente, sete mil pessoas estão assentadas ao longo do ramal Rio Branquinho, que conta com 14 vicinais e reúne mais de 200 produtores de pitaya. Segundo o presidente da Coompram, somando os demais produtores de banana e cupuaçú, e os criadores de galinha e peixes, são mais de 800 agricultores e pecuaristas.
“Recebemos a Professora para que ela pudesse conhecer o que a gente passa, o que a gente planta e produz na comunidade. Há 25 anos estamos nessa luta e vários governantes já passaram por aqui, mas poucos fizeram algo para nos ajudar”, disse Israel Feitosa, explicando que por conta das condições ruins do ramal muito da produção se perde. “Sem falar que é um perigo para as crianças que pegam ônibus. Todos os dias a gente reza para que nenhuma tragédia aconteça”, completou.

Mesmo com todas as dificuldades, a Cooperativa Mista dos Produtores Rurais do Amazonas está às vésperas de fechar parceria com uma rede de supermercado do Sul do país para fornecer pitaya industrializada em cubos, o que pode reduzir muito as perdas, “mas é preciso que tenhamos o fornecimento regular de energia elétrica. Só essa semana foram cinco dias sem luz. Isso é muito ruim para quem trabalha com poupas”, finalizou Israel.
*Com informações da assessoria






