Paulo Vitor Castro – Rios de Notícias
BRASIL – A Vigilância Epidermiológica de Porto Alegre confirmou, nesta terça-feira, 17/2, mais um caso do vírus Mpox na capital do Rio Grande do Sul. Este é o primeiro caso confirmado da doença em 2026. Segundo informações da vigilância, a contaminação ocorreu fora do Estado.
Em nota da prefeitura, a gerente em exercício da vigilância, Raquel Carboneiro, alertou sobre a prevenção durante o período de carnaval.
“Quem vai festejar o Carnaval deve examinar sua pele e observar a presença de erupções, bolhas ou feridas, especialmente na área genital, boca, mãos e pés antes de sair e, caso identifique alterações, procurar atendimento em uma unidade de saúde, utilizando máscara e mantendo as lesões cobertas”, destaca a enfermeira.
A doença, anteriormente conhecida como “Varíola dos macacos’, é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV), que pode ser transmitida a humanos por meio do contato com materiais contaminados, animais silvestres (roedores) infectados, além de pessoas já infectadas.
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas geralmente incluem: lesões e alterações visíveis na pele, linfonodos inchados (ínguas), febres, dores no corpo, calafrios e franquezas.
O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da doença é de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias, a depender do caso.
Formas de proteção
O Ministério da Saúde recomenda evitar o contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. No caso da necessidade de contato, utilizar luvas, máscaras, avental e óculos de proteção, além da higienização das mãos com frequência.
Pessoas com suspeita ou confirmação da doença devem procurar uma unidade básica de saúde imediatamente e adotar as medidas de prevenção além do isolamento imediato.






