Redação Rios
MANAUS (AM) – A desembargadora Marinildes Costeira de Mendonça Lima morreu aos 83 anos neste sábado, 2/12, em São Paulo. Marinildes foi a primeira mulher a presidir a Corte do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) entre os anos de 2002 e 2004; e a segunda mulher do Brasil a se tornar desembargadora.
Com uma carreira bem-sucedida, fruto de notável dedicação e competência inspiradoras para diversas gerações de mulheres na esfera jurídica, Marinildes foi um divisor de águas na magistratura amazonense.
Pioneira, também, como primeira juíza a exercer o cargo de corregedora do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), Marinildes ocupou, ainda, a vice-presidência e a presidência da Corte Eleitoral, além de ter sido corregedora-geral de Justiça do Amazonas.
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A presidente do TJAM, desembargadora Nélia Caminha, por meio de nota, se solidarizou com os familiares da magistrada.
“Por todo seu legado, o Tribunal de Justiça do Amazonas se solidariza com os familiares, filhos e amigos da Magistrada Marinildes Costeira de Mendonça Lima, na certeza de que a fé os confortará neste momento de dolorosa perda”.
O corregedor-geral de Justiça do Amazonas, desembargador Jomar Fernandes, expressa suas condolências pela irreparável perda da desembargadora aposentada Marinildes Costeira de Mendonça Lima. A magistratura amazonense e todo o sistema judiciário brasileiro se entristecem com essa despedida de uma figura ímpar, cuja dedicação e competência marcaram uma trajetória notável.
“Seu legado transcende o campo jurídico, sendo um exemplo de perseverança e excelência profissional. Sua contribuição para o fortalecimento do Poder Judiciário no Estado é inestimável”
Em meu nome e de todos os parlamentares que integram a 18ª Legislatura da Câmara Municipal de Manaus (CMM), com profundo pesar e consternação, o presidente da Câmara Municipal de Manaus, Caio André Pinheiro de Oliveira, também lamentou o falecimento da desembargadora Marinildes, e solidariza com a família enlutada, estimando que encontrem conforto neste momento doloroso.
A Câmara Municipal de Manaus reconhece o expressivo legado de Marinildes Costeira de Mendonça Lima, que teve papel histórico na magistratura amazonense e para todo o sistema judiciário brasileiro.






