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Home Mundo

Portugal: Socialistas admitem derrota em votação apertada; extrema direita cresce

11 de março de 2024
em Mundo
Tempo de leitura: 7 min
direita-portugal

Luís Montenegro, líder da Aliança Democrática (AD) de Portugal (Reprodução)

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Redação Rios

PORTUGAL – Com 98,98% das urnas apuradas em Portugal, a Aliança Democrática (AD), coalizão de centro-direita formada por Partido Social Democrata (PSD), Partido Popular (CDS-PP) e Partido Popular Monárquico (PPM), tem 29,54% dos votos nas eleições legislativas contra 28,67% do Partido Socialista. O Chega, de extrema direita, já é o terceiro maior partido com 18,03% dos votos, e garantindo papel decisivo na formação do governo. Antes do pleito, o Chega! tinha 12 deputados e vem garantindo até aqui 46.

Já no fim da noite, antes da conclusão da apuração, Pedro Nuno Santos, 46, que assumiu a liderança do Partido Socialista, admitiu a derrota e confirmou que será oposição.

Outro destaque do pleito foi a redução da abstenção na votação, para 34% do eleitorado. Nas eleições de 2022, a taxa ficou em 42%. Em 2019, 45,5% dos eleitores optaram por não ir às urnas no país- a maior taxa já registrada.

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Com quase 99% dos votos apurados, os votos brancos representam 1,43% do total de votos; e os nulos, cerca de 1,1%.

Boca de urna

As projeções de boca de urna davam a vitória à Aliança Democrática nas eleições que aconteceram nesse domingo, 10/3. A coligação tem, no momento, 77 deputados eleitos, incluindo os três parlamentares eleitos na Região da Madeira, que não conta com a aliança do Partido Popular Monárquico (PPM).

Segundo pesquisa realizada pela Intercampus para o Jornal de Negócios, a Aliança Democrática (AD), deve receber entre 27,2% e 33,2% dos votos e emplacar de 77 a 89 deputados. Já as projeções da Universidade Católica de Portugal publicada pela emissora pública RTP, prevê que o bloco deve receber entre 29 e 33% dos votos.

Em segundo lugar, o Partido Socialista teria entre 23,8% e 29,8% dos votos (67 a 79 deputados), indica a pesquisa da Intercampus para o Jornal de Negócios. Números próximos a pesquisa da UCP para a RTP, que prevê que o partido de centro-esquerda receberá entre 25% e 29% dos votos portugueses.

Consolidando a direita radical como força política em Portugal, o Chega! poderá ser o terceiro maior bloco do parlamento português com 15,6% e 20,6% (de 42 a 52 deputados), aponta a pesquisa da Intercampus para o Jornal de Negócios. Já as projeções da Universidade Católica apontam para um resultado entre 14% a 17%. Atualmente, o partido tem 12 deputados e com o crescimento terá papel fundamental na formação de um governo de coalizão.

Disputa acirrada

O Partido Social Democrata e o Partido Socialista têm se alternado no poder por décadas e, nestas eleições, enfrentaram o desafio de conter o crescimento de um partido de extrema-direita As pesquisas indicam um aumento de 7% em relação as eleições em 2022, confirmando a tendência de crescimento da ultradireita observada em outros lugares na União Europeia.

O líder do PSD, Luís Montenegro, 51, que provavelmente se tornará primeiro-ministro se sua aliança vencer, descartou durante a campanha a possibilidade de se unir ao Chega!. Mas se Montenegro não conseguir formar um governo majoritário, ele dependerá da nova força política do país para garantir a sua governabilidade.

O líder do Chega, André Ventura, ex-professor de direito e comentarista de futebol, disse estar disposto a abandonar algumas das propostas mais controversas de seu partido, como a castração química para agressores sexuais e a introdução de penas de prisão perpétua, se isso permitir a inclusão de seu partido em uma possível coalizão governamental com outros partidos de centro-direita.

No entanto, sua insistência na soberania nacional em vez de uma integração mais próxima à União Europeia e seu plano de conceder aos policiais o direito de fazer greve são outras questões que podem frustrar suas ambições de entrar em uma coalizão de governo.

O Chega baseou sua campanha principalmente em uma plataforma anticorrupção. Escândalos de corrupção provocaram a antecipação das eleições depois que o ex-líder socialista e primeiro-ministro António Costa renunciou em novembro, após oito anos como primeiro-ministro, em meio a uma investigação de corrupção envolvendo seu chefe de gabinete. Costa não foi acusado de nenhum crime.

A frustração pública com a política atual já estava borbulhando antes dos protestos contra a corrupção. Baixos salários e alto custo de vida, agravados no ano passado por aumento na inflação e nas taxas de juros, juntamente com uma crise habitacional e falhas na saúde pública, contribuíram para o descontentamento.

“Portugueses querem um governo do Chega e da AD”, diz Ventura

Segundo informações da RTP, o líder do Chega, André Ventura, afirmou que as projeções indicam que os portugueses querem um governo de direita no país e que as eleições de hoje foram marcadas pelo fim do bipartidarismo em Portugal.

Ventura, que durante a campanha chegou a afirmar que iria proibir a entrada do presidente Lula no país, informou que está disponível para construir um novo governo, mas sem confirmar a possibilidade de uma aliança com a AD.

“Temos de começar a trabalhar para que haja um governo estável em Portugal e os portugueses disseram claramente que querem um governo de dois partidos: do Chega e da AD”.

Partido Socialista confirma oposição

Ao receber as primeiras projeções eleitorais, Ana Catarina Mendes, atual ministra adjunta e dos Assuntos Parlamentares e uma das principais lideranças do Partido Socialista, afirmou que o partido “deve fazer uma oposição fortíssima”, caso se confirme a vitória da AD.

No fim da noite, Pedro Nuno Santos confirmou que será oposição – prometeu também mudanças internas para recuperar os votos do eleitores descontentes com a condução do partido nos últimos governos.

*Com informações da Agência Estado

Tags: exrema direitaPortugalSocialistas

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