Redação Rios
MANAUS (AM) – A investigação também analisa se esses medicamentos estão sendo armazenados e transportados da forma correta, já que eles precisam ficar em temperatura controlada para não perder a eficácia ou oferecer riscos à saúde.
Outro ponto apurado é a aplicação ou venda desses remédios por pessoas sem qualificação ou em locais não autorizados. Um exemplo recente foi a apreensão de medicamentos experimentais para obesidade no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, que estavam sendo usados de forma irregular.
Para levantar informações, foram enviados ofícios a órgãos como o Conselho Regional de Farmácia do Amazonas (CRF-AM), o Departamento de Vigilância Sanitária (DVISA) e a Delegacia Especializada em Crimes contra o Consumidor (Decon). Essas instituições terão 15 dias para informar quais fiscalizações foram realizadas, que medidas foram adotadas e quais critérios são usados no controle desses medicamentos.
O Procon do Amazonas e de Manaus também foi notificado para enviar dados sobre casos de venda irregular, falsificação ou uso indiscriminado desses remédios. Ao final da apuração, poderão ser tomadas medidas administrativas ou judiciais, conforme o Código de Defesa do Consumidor.
*Com informações da Assessoria






