Elen Viana – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Servidores da educação, por meio do Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical), afirmaram em nota que a greve da categoria continuará mesmo após a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 8/2025, que trata da Reforma da Previdência Municipal.
De acordo com o sindicato, nesta terça-feira, 18/11) os profissionais seguirão em manifestação em frente à Câmara Municipal de Manaus (CMM), no bairro Santo Antônio, zona Oeste, a partir das 7h. A categoria reforça que, apesar da aprovação da reforma, apelidada de “PL da Morte”, por 28 votos a 10, o movimento grevista permanece ativo.
A proposta agora segue para sanção do prefeito David Almeida (Avante). Caso não seja sancionada em até 15 dias, perde a validade.

Greve por tempo indeterminado
Os professores da rede municipal estão em greve desde quinta-feira (13), após a aprovação do projeto em primeiro turno. O texto altera regras de aposentadoria e pensão dos servidores públicos municipais, elevando idade mínima e tempo de contribuição.
As mudanças geraram forte reação entre diversas categorias, especialmente a educação, que critica a falta de diálogo da gestão municipal. A proposta foi enviada pela Manausprev, durante a gestão de David Almeida, e baseada em minuta elaborada pela consultoria privada Brasilis.
Principais pontos da reforma
Aposentadoria compulsória: passa para 75 anos, aumentando o tempo obrigatório de serviço público.
Idade mínima para aposentadoria: 65 anos para homens e 62 para mulheres;
Tempo mínimo de contribuição: 25 anos;
Professores: mantido o direito de se aposentar cinco anos antes da idade mínima;












