Caio Silva – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Uma publicação da Prefeitura de Curitiba nas redes sociais, voltada para mães de bebês reborn, viralizou e gerou repercussão entre os internautas. Em tom bem-humorado, o órgão esclareceu que mães desses bonecos não têm direito a assentos preferenciais nos ônibus da cidade.
No comunicado, a Prefeitura lembrou que os assentos preferenciais são destinados a idosos, pessoas com obesidade, gestantes, crianças de colo, pessoas com deficiência e pessoas com transtorno do espectro autista. “Mesmo que os bebês reborn sejam fofos, eles não garantem lugar preferencial nos ônibus”, destacou o perfil da Prefeitura no Instagram.
A publicação rapidamente se tornou popular, gerando comentários curiosos e divertidos. “Agora, antes de ceder o banco para alguém com bebê, vou exigir saber se é de verdade”, brincou um internauta.
A ‘febre’ dos bebês reborn
Os bebês reborn são bonecos hiper-realistas que imitam recém-nascidos, apresentando características que os tornam muito semelhantes a bebês reais. A popularidade desses bonecos tem crescido nas redes sociais e gerado debates sobre seus usos.
Recentemente, o tema ganhou ainda mais destaque após uma mulher tentar levar um bebê reborn para ser atendido no Sistema Único de Saúde (SUS), alegando que o “bebê” estava com febre. O caso levou o deputado Cristiano Caporezzo (PL-MG) a apresentar um projeto de lei para proibir tentativas de atendimento hospitalar a esses bonecos, prevendo multas para quem insistir.
Além disso, no Rio de Janeiro, foi aprovado um projeto de lei que institui o “Dia da Cegonha Reborn”, enquanto outros projetos tramitam na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), com propostas contra essa ideia e visando regulamentar o uso e a comercialização dos bebês reborn.






