Caio Silva – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Jornalistas do Amazonas se reuniram no Plenário Ruy Araújo da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) e na Câmara Municipal de Manaus (CMM) em uma mobilização organizada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Amazonas (Sinjor-AM), nesta quarta-feira, 7/5.
O movimento buscou garantir os direitos da categoria e contou com o apoio de 100% da bancada federal do estado à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Diploma (PEC 206/2012), segundo o presidente do sindicato, Wilson Reis.
Mobilização pelo reconhecimento da profissão
O tempo de fala na Aleam foi cedido pelo deputado estadual Wilker Barreto (MOBILIZA), que abriu espaço para Wilson Reis defender a valorização da categoria e marcar o Dia Nacional da Luta das e dos Jornalistas, comemorado em 7 de maio.
Durante a sessão, Wilson Reis destacou temas como a PEC do Diploma, o reajuste salarial digno, o combate à precarização do trabalho e a proteção contra a violência física, verbal e virtual que jornalistas enfrentam.
“A mobilização em Manaus é parte de um movimento nacional que visa garantir condições de trabalho dignas e o reconhecimento da profissão”, reforçou o sindicalista, que contou com apoio de parlamentares como Wilker Barreto (MOBILIZA) e o vereador José Ricardo (PT).
Ocupa Brasília e mobilização nacional
Entre os dias 7 e 11 de abril, representantes da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e de sindicatos estaduais participaram da mobilização “Ocupa Brasília”, buscando sensibilizar a classe política sobre as demandas da categoria.
Debate na Fametro sobre o futuro do jornalismo
No dia 30 de abril, o Sinjor-AM promoveu um evento na Fametro com o tema “Quem defende o Jornalismo valoriza as e os jornalistas”.
Wilson Reis foi um dos palestrantes, discutindo a importância da PEC do Diploma e os desafios enfrentados pelos jornalistas, como a desvalorização e a precarização do trabalho.
Entenda a PEC do Diploma
A PEC 206/2012 busca restabelecer a exigência do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão.
A obrigatoriedade foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2009, mas desde então sindicatos e profissionais têm reivindicado a retomada da exigência, alegando que ela é fundamental para garantir a qualidade do jornalismo e a ética na produção de notícias.






