Facebook Instagram Youtube X-twitter

RIOS FM 95,7 AO VIVO

Seu navegador não suporta o elemento audio

  • Início
  • Política
  • Cidades
  • Polícia
  • Esportes
  • Entretenimento
  • Cultura
  • Municípios
  • Especiais
  • Início
  • Política
  • Cidades
  • Polícia
  • Esportes
  • Entretenimento
  • Cultura
  • Municípios
  • Especiais

RIOS FM 95,7 AO VIVO

Seu navegador não suporta o elemento audio

Facebook Instagram Youtube X-twitter
  • Início
  • Política
  • Cidades
  • Polícia
  • Esportes
  • Entretenimento
  • Cultura
  • Municípios
  • Especiais
  • Início
  • Política
  • Cidades
  • Polícia
  • Esportes
  • Entretenimento
  • Cultura
  • Municípios
  • Especiais
Home Cidades

Indígenas acampam em Brasília para acompanhar decisão sobre Marco Temporal

O caso foi retomado com o voto do ministro Alexandre de Moraes

7 de junho de 2023
em Cidades
Tempo de leitura: 6 min
Indígenas Marco Temporal

Acampamento indígena contra o Marco Temporal na Esplanada dos Ministérios (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

FacebookTwitterWhatsapp
Redação Rios

MANAUS (AM) – Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) voltaram a julgar nesta quarta-feira, 7/8, o chamado Marco Temporal. Centenas de indígenas de diferentes etnias aguardam a decisão acampados na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A tese defende que os povos indígenas só teriam direito ao usufruto dos territórios que ocupavam em 5 de outubro de 1988, quando a atual Constituição Federal foi promulgada.

O caso foi retomado com o voto do ministro Alexandre de Moraes, que pediu vista (mais tempo para análise) ainda em 2021, quando se iniciou o julgamento. Ao menos 50 indígenas acompanham o debate do plenário do STF, que reservou assentos para uma delegação de lideranças indígenas. Além disso, foi montado um telão na lateral do prédio do Supremo, onde até 250 pessoas podem acompanhar a sessão remotamente.

“Estamos aguardando pelo julgamento do Marco Temporal com a esperança de que os ministros votem a nosso favor, paralisando [a proposta de estabelecer] um marco temporal para os processos demarcatórios das terras indígenas”

cacique Juarez Saw Munduruku, da aldeia Sauremuybu, de Itaituba (PA)

À frente de uma delegação de 44 pessoas, na maioria, jovens estudantes, Juarez diz entender que, se aprovado, o Marco Temporal representaria “o fim” do tradicional modo de vida indígena e uma ameaça não só aos processos demarcatórios em curso, mas também aos territórios já homologados.

APP Rios de Notícias APP Rios de Notícias APP Rios de Notícias

“Todo mundo [cuja] terra já foi reconhecida, mas não homologada, está preocupado. Sabemos que, em 1988, alguns [povos] não ocupavam as terras de seus antepassados porque foram expulsos e os governantes, apesar dos vestígios da presença indígena [anterior], não reconhecem isso”, afirma Juarez.

“Nós, mundurukus, ocupávamos toda a área que vai de Belém a Santarém e que desce em direção ao extremo do Mato Grosso, mas com a invasão dos colonos, fomos sendo expulsos e só agora estamos retomando [reivindicando] nosso território”, completa, assegurando que seu povo sofre com a pressão de garimpeiros e madeireiros que tentam avançar e se estabelecer em áreas reivindicadas pelos indígenas.

Liderança da aldeia Gorotire, em Cumaru do Norte, também no Pará, Sandro Takwyru Kayapó, viajou a Brasília com outros 26 indígenas. Como as demais fontes ouvidas pela reportagem, Sandro afirma que seu grupo está preparado para permanecer na capital federal até que o STF dê a palavra final sobre a constitucionalidade da tese do marco temporal.

“Sabemos que há uma pressão muito grande no Congresso Nacional, mas temos uma legislação que precisa ser levada em conta. Estou convencido de que os ministros vão dizer não [ao marco temporal], pois ele é inconstitucional”, sustenta Sandro Kayapó, destacando que a história dos povos indígenas “não começa em 1988, nem sequer em 1500”.

Proveniente do sul da Bahia, região onde os primeiros europeus vindos com Pedro Álvares Cabral pisaram e onde vários indígenas foram assassinados ao longo do segundo semestre de 2022, o cacique Mãdy Pataxó também associou a tentativa de se estabelecer um marco temporal aos interesses de grupos econômicos.

“Nossa Bahia serviu de porta de entrada para os europeus. E de lá para cá, nossa fauna e flora, nossos recursos hídricos, foram destruídos. Isso significa destruir nossa carne, nosso sangue e nossa espiritualidade, que estão sendo prejudicados pelo agronegócio, pelo turismo [predatório] e pela especulação [fundiária]”, afirma Mãdy, que chegou a Brasília nesta segunda-feira (5), com cerca de 50 representantes de três povos das regiões de Monte Pascoal, Olivença e Camacan.

“Não temos data prevista para voltar para casa. Nossa expectativa é saber o resultado da votação no STF. Enquanto não houver uma posição respeitosa aos povos indígenas, ou seja, enquanto não derrubarem esta proposta e houver algum avanço em relação à novas demarcações, não vamos sair daqui”

cacique Mãdy Pataxó, do Sul da Bahia

Segurança

Na contramão do movimento indígena, entidades representantes do agronegócio alegam ser necessário, em nome da segurança jurídica, estabelecer que somente terras ocupadas por indígenas na data da promulgação da Constituição de 1988 podem ser demarcadas.

Nessa perspectiva, o argumento é de que proprietários que ocupavam e produziam em terras antes de 1988 não poderiam ser obrigados a sair somente com base em indícios da existência de indígenas no local em tempos longínquos. Isso colocaria em risco de desapropriação boa parte das terras produtivas do país, alegam os representantes de diversos setores agropecuários.

Em nome da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o advogado Rudy Ferraz argumenta que o marco temporal é “importante instrumento de conciliação” para a resolução de conflitos agrários.

“Não podemos viver numa insegurança completa, com a possibilidade de qualquer título, daqui a 10 ou 20 anos, ser anulado porque alguém no passado falou que havia possibilidade de ter terra indígena ali”, acrescenta o defensor, em sustentação oral, no início do julgamento. 

* Com informações da Agência Brasil

Tags: Indígenasmarco temporalSTFVotação

Mais notícias

Brasil monitora impacto da guerra na distribuição de medicamentos

Brasil monitora impacto da guerra na distribuição de medicamentos

21 de março de 2026
0

Redação Rios BRASÍLIA (DF) - A intensificação da guerra no Oriente Médio, que opõe Estados Unidos (EUA) e Israel ao Irã, ameaça...

Mobilização ‘Dia E’ faz 230 mil procedimentos médicos no fim de semana

Mobilização ‘Dia E’ faz 230 mil procedimentos médicos no fim de semana

21 de março de 2026
0

Redação Rios SÃO PAULO (SP) - Um mutirão nacional com cerca de mil hospitais e centros de saúde públicos e...

Dia da Síndrome de Down busca ampliar inclusão e combater preconceito

Dia da Síndrome de Down busca ampliar inclusão e combater preconceito

21 de março de 2026
0

Redação Rios BRASÍLIA (DF) - A Síndrome de Down, condição genética mais frequentemente associada à deficiência intelectual, é lembrada neste...

Ator e diretor teatral Juca de Oliveira morre, aos 91 anos, em SP

Ator e diretor teatral Juca de Oliveira morre, aos 91 anos, em SP

21 de março de 2026
0

Redação Rios SÃO PAULO (SP) - Morreu na madrugada deste sábado, 21/3, em São Paulo, o ator, autor e diretor...

Avião monomotor cai em área de mata no Aeroclube de Manaus e causa uma morte

Avião monomotor cai em área de mata no Aeroclube de Manaus e causa uma morte

21 de março de 2026
0

Nayandra Oliveira - Rios de Notícias MANAUS (AM) - Um avião de pequeno porte caiu na manhã deste sábado, 21/3,...

Mega-Sena com prêmio acumulado em R$ 8 milhões; sorteio neste sábado

Mega-Sena com prêmio acumulado em R$ 8 milhões; sorteio neste sábado

21 de março de 2026
0

Redação Rios SÃO PAULO (SP) - As seis dezenas do concurso 2.987 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h...

Facebook Instagram X-twitter Youtube
  • Sobre Nós
  • Faça sua denúncia
  • Participe do Nosso Grupo de Whatsapp

Anuncie Conosco

  • +55 (92) 3085-7464
  • comercialradio95.7fm@gmail.com
  • Av. Rio Madeira, 444 - Nossa Sra. das Graças
    Manaus-AM - CEP: 69053-030

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Sem resultado
Ver mais resultados
  • Anuncie Conosco
  • Backup
  • Faça sua denúncia
  • Fale Conosco
  • Modelo categoria
  • Política de privacidade
  • Portal
  • Portal
  • Rede Rios App
  • RETROSPECTIVA 2023
  • RETROSPECTIVA 2024
  • Sobre Nós
  • teste

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.