Conceição Melquíades – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Na manhã desta quinta-feira, 3/8, o corpo de uma mulher foi encontrado estrangulado e queimado, possivelmente com com óleo quente, dentro de um camburão – tambor de ferro grande – em uma área de mata nas proximidades do Parque Mauá, no bairro Mauzinho, zona Leste de Manaus.
As características pareceram ser da jovem Debora da Silva Alves, de 18 anos, grávida de 8 meses, que estava desaparecida desde a madrugada de domingo, 30/7, quando saiu de casa para encontrar com o pai da criança.
O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado e fez a remoção do corpo para fazer os exames de identificação, contudo, os familiares de Debora foram ao Instituto averiguar se o corpo, que já se apresenta em avançado estado de decomposição se trata da jovem.
Já no IML, o mecânico José Junior, pai da jovem Debora não reconheceu o corpo como sendo de sua filha de 18 anos.

Para José, a arcada dentária não parece ser de sua filha, e a aparência também não, “é de uma pessoa mais velha, não é da minha filha”.
Porém, sua atual esposa e madrastra de Debora, Paula Cristina Alves, com quem já convive há 7 anos, identificou o corpo e afirma que se trata do corpo da jovem desaparecida. Segundo ela, brinco, roupa e cabelo são de Debora. Uma prima da jovem também a identificou: “é Débora”.
Desaparecimento
Segundo a Polícia Civil do Amazonas (PC/AM), familiares relataram que a jovem foi vista pela última vez na esquina da rua Filadelfia, no bairro Gilberto Mestrinho, zona leste de Manaus, no sábado, 29/7.
A família de Debora contou que a jovem foi ao encontro do pai de seu filho para pegar um dinheiro, pois queria comprar alguns objetos do enxoval do bebê.
Como não retornou mais para casa, seus familiares registraram o desaparecimento dela na Delegacia Especializada em Ordem Política e Social (Deops).
Investigação
Diante das divergência, o Departamento de Polícia Técnico Científica (DPTC) terá que fazer um exame que comprove se é ou não o corpo de Débora, de 18 anos.






