Júnior Almeida – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Não há dúvidas que o Festival Folclórico de Parintins seja um grande indutor para o comércio local ao alavancar a economia da Ilha Tupinambarana. Isso se comprova com as estimativas do Governo do Estado, na qual prevê uma movimentação de R$ 160 milhões na economia local.
Ano passado, apenas os turistas que visitaram a Ilha da Magia na época do Festival, geraram mais de R$ 146 milhões de receita para o município. E neste ano, em que o maior espetáculo folclórico a céu aberto do mundo ganha mais destaque e visibilidade nacional, os números devem impressionar.
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De acordo com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, a expectativa é de receber 130 mil pessoas durante o festival que ocorre entre esta sexta-feira, 28/6, e o domingo, 30. A população de Parintins, que conta com pouco mais de 115 mil habitantes, dobra de tamanho nesse período.
Pelo grande fluxo de pessoas transitando na pequena ilha, o público vai poder se divertir ao mesmo tempo que investe direto e indiretamente no comércio local. E quem ganha com isso são empreendedores e artesãos de todo o Amazonas que desembarcam na ilha para garantir uma renda extra durante o evento.


Segundo a projeção do Governo do Estado, o Festival prevê a geração de 2,4 mil empregos diretos e 24 mil indiretos. Muito além de manter viva a tradição de Caprichoso e Garantido, é evidente que as atividades econômicas do município em diversos setores asseguram o gás econômico necessário para o prestígio do maior evento cultural do Brasil.
Uso do dinheiro em espécie?
O que muita gente não sabe é que a alta demanda de pessoas na região faz com que o uso do dinheiro em espécie seja prioridade e recomendado até pela Defensoria Pública do Amazonas, que pediu às agências bancárias de Parintins, que adotem medidas concretas para a disponibilização de cédulas.
O motivo? a lentidão na internet é o maior entrave para quem precisa realizar alguma transação utilizando aplicativo de bancos. Nesta sexta-feira, 28, início da primeira noite do Festival, a internet na cidade caiu instantaneamente, segundo relatos de quem precisou utilizar a rede para se comunicar.
Agora, o objetivo é evitar a falta de cédulas no período da festa, e a recomendação assinada pelas defensoras públicas Thaysa Torres e Letícia Ornelas, do Polo do Baixo Amazonas, direciona às gerências do Bradesco, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, que garantam a medida à população parintinense.






