Redação Rios
PARINTINS (AM) – A Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) registrou 12.961 atendimentos durante o 58º Festival Folclórico de Parintins. O balanço compreende o período entre 26 de junho, data da Festa dos Visitantes, e o último dia de apresentações dos bois-bumbás, no domingo, 29/6.
Os atendimentos foram realizados em sete frentes de atuação integradas, incluindo os hospitais Jofre Cohen e Padre Colombo, o Barco Hospital São João XXIII, a UPA de Parintins, os ambulatórios Azul e Vermelho instalados no Bumbódromo e outras unidades da rede estadual e municipal. A operação contou com mais de 1,1 mil profissionais envolvidos.
“Tudo saiu como planejado”
Coordenando a operação de saúde no município, a secretária de Estado da Saúde, Nayara Maksoud, avaliou de forma positiva o trabalho das equipes.
“Tudo saiu como planejado. Atuamos em terra, com hospitais e ambulâncias, na água, com o Barco Hospital, e no ar, com UTIs aéreas. Agradeço a todos os profissionais que garantiram um atendimento seguro e eficiente a quem participou da festa”, destacou.
A secretária também agradeceu ao governador Wilson Lima, à Prefeitura de Parintins (Semsa), à FVS-RCP, ao Corpo de Bombeiros e à Associação Lar São Francisco de Assis, parceira da operação.
Barco Hospital atendeu mais de 8 mil pessoas
A grande inovação deste ano foi o reforço do Barco Hospital, que atendeu 8.225 pessoas entre os dias 25 e 29 de junho. A embarcação ficou ancorada ao lado do Hospital Jofre Cohen e concentrou os casos clínicos de menor gravidade, garantindo que os hospitais da cidade se concentrassem nos atendimentos de alta complexidade.
Além do Barco, os hospitais Jofre Cohen e Padre Colombo registraram juntos 3.916 atendimentos, a UPA somou 408 e os ambulatórios no Bumbódromo prestaram 175 atendimentos durante as noites de apresentações.
Outros dados:
- 29 remoções terrestres
- 11 atendimentos em unidade móvel
- 5 remoções por UTI aérea para Manaus
Vigilância em Saúde
A Vigilância em Saúde contabilizou 1.475 notificações de agravos, com sintomas predominantes como mal-estar (19,8%), dor de cabeça (14,4%) e dor no corpo (12,8%). As principais hipóteses diagnósticas foram: fadiga e mal-estar (18,4%), síndrome gripal (14,8%) e diarreia/intoxicação alimentar (10,7%).
A Vigilância Sanitária inspecionou:
- 703 pontos de alimentação
- 68 embarcações
- 9 eventos privados
- 7 balneários
- 32 serviços de hospedagem
Atuação conjunta
Para a presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, a articulação entre estado e município foi essencial.
“Estamos conseguindo atuar com agilidade e clareza de papéis, o que fortalece a vigilância e a resposta aos riscos à saúde”, disse.
O secretário municipal de Saúde, Clerton Rodrigues, reforçou a importância do trabalho integrado:
“A estrutura montada garantiu um serviço seguro e eficiente para visitantes e população local, reforçando nosso compromisso com a saúde pública de qualidade”, afirmou.
*Com informações da assessoria






