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Home Cidades

Equoterapia utiliza cavalos para desenvolvimento de pessoas com transtornos neurológicos

O tratamento que é indicado por especialistas visa ajudar no desenvolvimento dos praticantes

28 de abril de 2024
em Cidades
Tempo de leitura: 9 min
Núcleo de Equoterapia

O tratamento é dividido em fases adaptáveis de acordo com a patologia dos praticantes (João Dejacy/Rios de Notícias)

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Letícia Rolim – Rios de Notícias

MANAUS (AM) – Em abril, mês de Conscientização sobre o Autismo, exemplos de terapia são revelados para aqueles que necessitam dessa abordagem. E um dos exemplos é a equoterapia, método que utiliza cavalos para tratamento de transtornos neurológicos.

A equipe de reportagem do Portal RIOS DE NOTÍCIAS foi conferir como funciona esse tratamento que é realizado no Regime de policiamento montado (RPMON) da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) localizado no bairro Dom Pedro, zona Centro-Oeste de Manaus.

O Núcleo de Equoterapia atende 160 pacientes com paralisia cerebral, autismo, hiperatividade, entre outros. Conforme explica a psicóloga Luana Moura do núcleo, o tratamento que é indicado por especialistas visa ajudar no desenvolvimento neurológico dos praticantes.

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“As crianças que participam chegam para a gente com alguma dificuldade cognitiva, motora, e quando elas participam elas possuem uma grande evolução. Por exemplo, os praticantes com paralisia cerebral têm uma evolução cognitiva, motora, conseguem ter um maior controle de tronco, aceitação do capacete, controle da cabeça, tudo isso é proporcionado com a equoterapia”

Luana Moura, psicóloga do núcleo de Equoterapia
Juliana Sales, Luana Moura e Miguel Rego (da esquerda para direita) (João Dejacy/Rios de Notícias)

Durante a atividade, os praticantes recebem o apoio de profissionais dando suporte. Além disso, a psicóloga ressalta a importância do contato com os equinos. “Os beneficios são principalmente a afetividade com o cavalo, pois permite que a criança interaja mais intensamente com o animal, criando uma sintonia especial entre os dois“, destaca Moura.

A psicóloga cita ainda o preparo dos cavalos e a abordagem com crianças autistas.

“Quando uma criança, especialmente uma criança autista, chega em um dia mais agressivo e desorganizado, ela pode tentar se jogar no cavalo, morder os profissionais laterais ou até mesmo bater no cavalo. No entanto, o cavalo não se assusta ou se altera, permitindo que a criança se estabilize”, evidenciou Luana.

O atendimento é semanal, com a participação de equinos treinados e instrutores com uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação.

Fases

Conforme explicado por Luana, a equoterapia é dividida em quatro fases distintas. A primeira fase é a da aceitação e acolhimento, onde a criança se aproxima do cavalo. “Quando a criança é muito pequena e ainda não teve contato prévio com cavalos de grande porte, trabalhamos para estabelecer essa conexão inicial”.

Na segunda fase, ainda é necessário o auxílio dos profissionais laterais, mas a criança já possui um controle maior do tronco e aceita o uso do capacete, e após período de adaptação se acostuma com o cavalo.

A terceira fase envolve praticantes que conseguem ficar sozinhos, têm controle das rédeas e nesse momento os profissionais laterais se retiram, dando lugar ao policial militar, que assume o papel de equitador. Ele fornece instruções para os praticantes, que realizam todos os exercícios. Já na quarta fase, os praticantes entram na etapa desportiva, onde podem participar de competições internas, realizadas no próprio núcleo.

“Algumas crianças enfrentam dificuldades em aceitar o cavalo, seguir regras ou usar capacete. No entanto, à medida que passam tempo conosco e estabelecem uma conexão com o cavalo, trabalhamos questões psicomotoras e sociais. Com o tempo, a evolução da criança ocorre e ela passa a aceitar mais. Estes são os benefícios da equoterapia em comparação com outras abordagens terapêuticas”, destacou a psicóloga.

Sonho

Miguel Rego pratica equoterapia há nove meses (João Dejacy/Rios de Notícias)

Miguel Rego, diagnosticado com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), está envolvido no projeto há 9 meses e expressa sua intenção de levar a atividade a sério.

“Eu sempre quis montar em cavalo e ir para um campeonato, é meu sonho! Quero participar de um campeonato sério e famoso”

Miguel Rego, praticante
Miguel quer participar de campeonato (João Dejacy/Rios de Notícias)

Pais e responsáveis de crianças que praticam a terapia, logo notam os benefícios do tratamento com a equoterapia em comparação com outras abordagens terapêuticas. O avô de Miguel, Francisco Rego, relata que o neto progrediu significativamente na terapia e até pediu para ter um cavalo.

“Logo nas primeiras aulas, ele ficou um pouco temeroso mas aos poucos foi se adaptando. Hoje ele se tornou um excelente montador de cavalo, está mais sociável e até já participou de um campeonato que teve aqui ano passado e foi um dos destaques. Inclusive, ele queria até que a gente comprasse um cavalo para ele”, compartilhou Francisco.

Cuidados com os cavalos

Os cavalos destinados à equoterapia passam por um processo completo de treinamento antes de receber os praticantes, conforme explicado pelo subtenente F. Melo.

“Os cavalos são alimentados pela manhã e depois soltos no picadeiro. Em seguida, eles recebem banho para iniciar as atividades e atender aos praticantes”, explicou o policial.

Subtenente F. Melo cuida dos cavalos (João Dejacy/Rios de Notícias)

O subtenente enfatiza o cuidado com os animais utilizados na tratamento terapêutico do Regime de Policiamento Montado.

“Nós tratamos eles maravilhosamente bem, porque nós usamos o animal, e eles são nossos companheiros”

F. Melo, subtenente da polícia militar

Para participar

O major Alex Sander, responsável pelo Núcleo de Equoterapia, explica que os participantes são encaminhados por profissionais médicos para ingressar no projeto. Além disso, o espaço dispõe de uma equipe de profissionais para acompanhar os praticantes.

“É necessário um encaminhamento específico do médico para a equoterapia. O tratamento tem duração média de seis meses a dois anos. Atendemos diversas condições patológicas, porém existem contraindicações que são avaliadas pelo médico antes de indicar o tratamento”, esclareceu o major.

Todos os participantes da equoterapia passam por uma avaliação com a equipe multiprofissional antes de iniciar o acompanhamento. Com base nessa avaliação, é elaborado um plano de atendimento adequado à patologia do paciente.

Após o encaminhamento médico, a população pode buscar o Comando de Policiamento especializado das 8h às 14h.

Confira a reportagem na íntegra

Tags: CavalariaEquoterapiaManausPolícia Militarterapiatranstornos neurológicosTratamento

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