Letícia Rolim – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Em 17 de julho de 1994 o Brasil se tornava tetracampeão mundial ao vencer a Copa do Mundo dos Estados Unidos. A quarta estrela na camisa da seleção brasileira foi conquistada e selada após derrotar a Itália nos pênaltis, encerrando a disputa com um placar de 3 a 2.
A vitória nos pênaltis consagrou a equipe liderada por craques como Romário e Bebeto, e garantiu mais um capítulo glorioso na história do futebol brasileiro. Três décadas depois a seleção brasileira comemora essa conquista histórica.
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Nesta quarta-feira, 17/7, dia em que o título completa 30 anos, os brasileiros relembram o feito e as memórias permanecem vivas para quem acompanhou a trajetória da seleção naquele ano.

Na época, o time contava com nomes de peso como Taffarel, que ocupava a posição de goleiro e foi responsável por defender os pênaltis que dariam a vitória ao Brasil; Jorginho, que atuava como lateral-direito; Aldair, como zagueiro, Mauro Silva, volante; Márcio Santos, também zagueiro, e Branco, lateral esquerdo e autor do gol de falta que decretou a vitória por 3 a 2 sobre a Holanda nas quartas de final.
Além desses, outros grandes nomes como Mazinho, Romário, Dunga, Bebeto e Zinho completavam a equipe.
Narração eternizada

Há três décadas, a narração de Galvão Bueno no tetracampeonato do Brasil ficou eternizada, no estádio Rose Bowl, durante o mundial dos Estados Unidos. Com bordões marcantes como “Vai que é sua, Taffarel!”, “Haja coração!” e “Vai Romário, Vai Romário!”, Galvão narrou a conquista do título de 1994, logo após Roberto Baggio perder o pênalti decisivo.
“Partiu. Bateu. Acabou, acabou, acabou… É tetra, é tetra, é tetra!”
Galvão Bueno, narrador
Essa foi a forma como o tetra foi anunciado, com Pelé e Arnaldo Cezar Coelho ao seu lado nas transmissões. A comemoração de Pelé com Bueno é uma das imagens que circulam até hoje, assim como a icônica cambalhota do massagista “Nocaute Jack”.






