Fábio Leite – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – A realização de um pregão eletrônico para aquisição de mobiliários e equipamentos pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) gerou polêmica na manhã desta segunda-feira, 30/10. Entre os itens a serem adquiridos estão: videogames, televisões, cadeiras, massageadoras, mesas para prática de tênis de mesa, entre outros. Data para acontecer no dia 7 de novembro, o pregão gerou polêmica entre os internautas.
No edital para aquisição dos equipamentos, por meio do Pregão Eletrônico nº 448/2023-CSC, a Secretaria de Segurança Pública justificou que tem como objetivo “promover iniciativas voltadas a melhorias nos respectivos ambientes de trabalho, a saúde e melhoria de qualidade dos ambientes de trabalho dos servidores“, por meio da criação do Programa de Qualidade de Vida no Trabalho.


Sem valores previamente informados, a lista reúne 13 itens a serem adquiridos, dentre eles estão 18 videogames, 18 poltronas massageadoras, 6 mesas para prática de tênis de mesa, 6 maca/mesa de massagem, 96 puff’s, 18 cafeteiras expresso, além de cadeiras e outros itens.
Entre as críticas feitas pela população nas redes sociais está: “Agora eles vão usar o Playstation e a cadeira gamer pra fazer treinamento militar simulado, jogando CS e Free Fire kk”.
Após pressão da população nas redes sociais, a Secretaria de Segurança Pública respondeu ao Portal RIOS DE NOTÍCIAS que as aquisições foram aprovadas pelo Ministério da Justiça para “montagem de salas de descompressão na SSP, Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas como parte da política federal de ‘Valorização do Profissional de Segurança Pública’ com base nas Lei 13.756, art. 5º, §1º, II”.
De acordo com a SSP, os recursos para a aquisição dos materiais é destinado pelo Fundo Nacional de Segurança Pública ao Fundo Estadual de Segurança Pública.
Ainda de acordo com o órgão público, os recursos “não podem ser utilizados para outros fins e caso a SSP-AM não desse prosseguimento à aquisição dos equipamentos, os recursos seriam perdidos e devolvidos ao Governo Federal”.






