Caio Silva – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – A linha de ônibus 500, que circula entre o Conjunto Galileia e o Centro de Manaus, foi afetada pelas fortes chuvas que atingiram a capital na noite desta quarta-feira, 3/12. A estrutura do veículo ficou completamente molhada, causando desconforto aos passageiros e gerando críticas à gestão do prefeito David Almeida (Avante).
Imagens divulgadas nas redes sociais mostram a água da chuva jorrando pelo teto do ônibus, atingindo diretamente os passageiros. Alguns deles tentaram se posicionar em locais estratégicos para evitar se molhar, mas sem sucesso.
O vídeo repercutiu nas redes sociais e direcionou críticas à Prefeitura de Manaus. Internautas apontaram falta de investimentos em serviços essenciais, como a mobilidade urbana, e citaram gastos considerados desnecessários, como a aquisição do cão-robô para a Guarda Municipal, anunciada na última segunda-feira, 1º.
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A linha 500 opera diariamente em rota circular entre o Conjunto Galileia e o Centro de Manaus. Ela possui 99 paradas e parte de um ponto no Igarapé do Passarinho.
As fortes chuvas iniciadas no fim da tarde se intensificaram durante a noite, atingindo diversas áreas da cidade, como Djalma Batista, Compensa, Flores e Santo Antônio.
Repercussão

Um internauta ironizou a falta de prioridade da prefeitura: “Mas a roda-gigante e a pista de patinação estão lacrando na Ponta Negra”, afirmou, em referência às atrações inauguradas recentemente.
Outro comentário destacou a precariedade da estrutura do transporte coletivo: “Chove mais dentro do que fora”, relatou um passageiro.
Houve também críticas ao alerta da Defesa Civil, que é emitido para áreas em situação de risco durante temporais. “Pena que não chegou no ônibus esse alerta de emergência”, disse um morador.
A aquisição do cão-robô também foi alvo de comentários: “O importante é a Guarda Municipal ter o robozinho pet”, disse outro usuário.
Posicionamento
O Portal RIOS DE NOTÍCIAS entrou em contato com o Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) e com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) para obter esclarecimentos, mas não recebeu retorno até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestação dos citados.






